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True Blood 5×04: We’ll Meet Again

03/07/2012

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Se na semana passada True Blood trouxe um episódio com poucos erros, desta vez a série voltou a apresentar aquilo que vinha fazendo há um bom tempo, com pouquíssimos acertos em meio a um monte de histórias paralelas desconexas e entendiantes.

Achei interessante a série ter estabelecido nos capítulos anteriores a ligação entre criador e criatura, bem como a relação entre Pam e Eric, já que agora ficou mais fácil entender a reação dos dois diante dessa separação. Era um elo invisível mas antigo e fortíssimo, e confesso que senti um pouco pela decisão do Eric. Por outro lado, a Tara, sempre sem função, pode fazer companhia para Pam na nova fase da “vida” das duas. Eric agora é vovô, mas ele não poderia estar se importando menos, assim, uma união entre as duas é esperada.

No núcleo da Autoridade, como é comum por aqui, a coisa às vezes descamba pro exagero e os atores no overacting, mas eu perdoo porque é o Christopher Meloni e ele parece estar se divertindo muito. Continua chamando a atenção a contradição de ver esse “conselho” defendendo a paz entre as espécies e lutando contra extremistas, ao mesmo tempo se comportando de forma tão violenta e impiedosa. A impressão que se tem é de que é difícil mesmo aproximar humanos de vampiros, até quando ambos os lados querem, como se a natureza dos dois se repelisse. Assim, é de se questionar se os sanguinistas não têm um pouquinho de razão.

Ainda não entendi muito bem essa decisão de dar uma storyline isolada para o Terry e pro personagem do Scott Foley. O marido da Arlene só funcionava quando estava com a esposa e servia de escada para ela; sozinho, só dá sono. Da mesma forma, a série falhou, ao menos comigo, na tentativa de emocionar com a cena em que Alcide fala sobre a morte de Debbie. A mulher era o cão e todo mundo comemorou quando a Sookie finalmente a despachou, e agora ficam sugando uma história que não convence.
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Sookie, por sinal, continua chatíssima, principalmente quando quer “fazer o correto” e se entregar pra polícia. Talvez fosse melhor mesmo que o Andy a jogasse no xadrez e ela ficasse trancafiada lá por um bom tempo. Até o demônio/pombagira que anda possuindo o Lafayette quer se livrar da moça. E nem vê-la bêbada e descabelada cantando “Escape” me animou muito. Eric e Bill deveriam respirar aliviados por saberem que Sookie resolveu ficar com o mala do Alcide, já que ambos merecem algo melhor.

Gostei de ver que a série aproveitou o plot acerca da relação criador-criatura para exaltar a ligação entre Jessica e Bill. Ao contrário de Eric e Pam, que exalavam tensão sexual, os dois realmente soam como pai e filha, algo que faz sentido já que a moça perdeu a família quando virou vampira e Bill foi uma espécie de substituto. E a própria deve estar se sentindo um pouco “protetora”, já que toda hora aparece pra ajudar Jason.

O que nos leva a ele e a Andy naquilo que foi a pior coisa dessa semana: o cabaré das fadas. Assim como quase tudo que envolve esses seres toscos, o strip club surge como algo que parece só ocupar tempo de tela e fazer com que o espectador sinta que está vendo algo novo. Se era para sugerir uma outra ameaça em cima da Sookie, precisava mesmo de tudo isso? Duvido muito.
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Também poderá gostar de:
True Blood 5×03: Whatever I Am, You Made Me
True Blood 5×02: Authority Always Wins
True Blood 5×01: Turn! Turn! Turn!

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