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Filmes assistidos – maio de 2012

08/06/2012

ANJOS DA LEI (21 Jump Street, Phil Lord, Chris Miller, EUA, 2012) — Não tem quase nada a ver com a obra original e o melhor aqui é o fato de que nunca se leva a sério, brincando com os próprios defeitos das refilmagens e de filmes passados em high schools. Não é nada fascinante mas é engraçada o bastante pra ser a melhor comédia do ano até agora. Nota 7,5
.

BATTLESHIP – A BATALHA DOS MARES (Battleship, Peter Berg, EUA, 2012) — A história é um fiapo, os diálogos são risíveis e as atuações canastronas. Mas possui algumas boas sequências e diverte na maior parte do tempo, ainda mais quando Rihanna surge como um sapatão bad ass. Nota 5
.

O CORVO (The Raven, James McTeigue, EUA, 2012) — A direção de arte é o único grande ponto positivo num filme que poderia ser interessante, mas cujo desenvolvimento nunca deslancha. E John Cusack não conseguiu achar o tom de seu Edgar Allan Poe. Nota 5
.

O EXÓTICO HOTEL MARIGOLD (The Best Exotic Marigold Hotel, John Madden, Reino Unido, 2011) — A história é uma besteira enorme e só consegue passar um pouco de em0ção e graça pontualmente, quando se apoia no encontro de grandes atores. Nota 6
.

FLORES DO ORIENTE (Jin líng shí san chai, Zhang Yimou, China, 2011) — Tem uma produção de primeira, mas erra na montagem arrastada e por vezes melodramática, e em certa glamourização da violência quando deveria amenizá-la, já que sua premissa é triste e violenta por si só. Nota 6
.

OS IMPERDOÁVEIS (Unforgiven, Clint Eastwood, EUA, 1992) — Demora um pouco a se tornar envolvente, mas quando consegue, torna-se arrebatador. Uma história simples, mas cheia de significados e direção inspiradíssima de Eastwood, que consegue dizer muito com pouco. Belíssimo. Nota 9
.

INTRIGA INTERNACIONAL (North by Northwest, Alfred Hitchcock, EUA, 1959) — Acredito que a trama esteja um pouco datada, mas seus personagens são interessantes e a forma como Hitchcock filme diversas sequências impecáveis nos lugares mais diversos, é sempre divertida. Nota 8
.

L’APOLLONIDE – OS AMORES DA CASA DE TOLERÂNCIA (L’apollonide, Bertrand Bonello, França, 2011) — Utiliza com precisão um bordel na virada do século XX como microcosmo para falar de prostituição de forma sincera e cru. Nota 7,5
.

MIB – HOMENS DE PRETO 3 (MIB 3, Barry Sonnenfeld, EUA, 2012) – Sem ter nem um pouco do frescor do primeiro filme, é visível que este aqui tenta trazer algo mais elaborado do que as tramas do seus predecessores. Tem em Josh Brolin tem seu maior ponto positivo, acompanhado de piadas espirituosas sobre a década de 60. Pena que Smith e Jones pareçam um pouco cansados e por abordar viagesn no tempo, o roteiro não consiga terminar sem furos. Nota 7
.

MINHA FELICIDADE (Schastye moe, Sergei Loznitsa, Alemanha, 2010) –Possui temas relevantes e roteiro cheio de boas ideias. Mas a direção excessivamente econômica torna tudo um tanto enfadonho. Nota 5
.

SETE DIAS COM MARILYN (My Week with Marilyn, Simon Curtis, Reino Unido, 2011) — É frustrante perceber que a semana com uma personagem como Marilyn Monroe não traz nada de interessante ou emocionante. Quem chama a atenção é Kenneth Branagh, já que a Miss Monroe de Michelle Williams é insistentemente irritante. Nota 4
.

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