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Game of Thrones 2×06: The Old Gods and the New e 2×07: A Man Without Honor

15/05/2012


Entre os homens sem honra que dão título ao episódio 7, o que mais chama a atenção é Theon Greyjoy. Há bem pouco tempo ele era fiel ao Rei do Norte, lutava ao seu lado e parecia acreditar na sua causa, chegando até a reencontrar sua família para pedir ajuda. Agora, Theon parece tomado pela vontade de impressionar o pai e também pelo poder que virá acompanhado disso, tornando-se líder de um lugar onde antes era apenas um prisioneiro.

É claro que o rapaz ainda hesita na hora de tomar atitudes drásticas, afinal, Winterfell foi seu lar durante a maior parte da vida e aquelas pessoas hoje ameaçadas por ele, suas companheiras. Mas é incompreensível que Theon seja tão facilmente pressionado por subalternos que mais parecem querer um líder impiedoso e nada razoável. No fim, ele é apenas uma pessoa insegura, sem crença, sem princípios e sem honra.

A Khaleesi é outra que parece um pouco perdida. A personagem havia percorrido um grande arco na primeira temporada e se tornado uma das minhas personagens preferidas, mas na segunda, surge como uma pessoa fraca e ingênua. Ou ela acha que alguém iria apoiá-la numa guerra baseando-se na suposição de que seus sonhos se tornarão realidade? Daenerys falhou também na hora de proteger seu povo e seus dragões, não sabe liderar e ainda maltrata o único homem em quem pode confiar. Só consigo te desejar boa sorte, Khaleesi.

Quem está com sorte é a Arya, apesar da situação sempre tensa em que se encontra literalmente vivendo com o inimigo. Suas cenas estão sempre entre as melhores do episódio, desde a perigosa presença de Petyr Baelish até as conversas com Tywin Lannister. É certo que ele percebe algo estranho na garota mas é instigante ter uma serviçal como ela, inteligente e sem papas na língua. E Arya tem a sorte de ter alguém que despacha todos aqueles que a ameaçam. Só que o número de sacrifícios está chegando ao fim.

E não poderia terminar essa review sem falar de Cersei. Ao contrário de Joffrey, que é apenas detestável, ela é uma vilã atraente e charmosa (tipo o Ben Linus de Lost)  e apesar da dissimulação, possui momentos de sinceridade absolutamente cortantes. Neste episódio 7 foram dois: com Sansa (ela sabe que a garota vai ter uma vida extremamente parecida com a dela) e com o irmão Tyrion, aqui cabendo até um pouquinho de manipulação. A verdade é que a “sabedoria feminina” conquistada por Cersei ao longo da vida diz que deve amar poucos para não se tornar uma mulher fraca. E isso ela sabe fazer direitinho.
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