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Grey’s Anatomy 8×23: Migration

14/05/2012


Eu sei que não devia, mas fica difícil não começar falando justamente do final, quando Grey’s Anatomy pareceu ter feito uma espécie de homenagem a Lost (prefiro pensar nisso do que perceber que os realizadores dessa série perderam o bom gosto), garantindo um season finale cheio de sangue, suor e lágrimas, e longe da maturidade e da sutileza vistas no final anterior.

Sobre o episódio em si, não teve nada muito marcante mas é inegável dizer que foi um bom filler. O melhor aqui são as inúmeras possibilidades do que pode acontecer e nem os personagens sabem direito o que fazer. Christina novamente se destacou e sua “despedida” com Owen foi um dos melhores momentos do episódio. É interessante ver que a sensação experimentada por nós, espectadores, é similar àquela sentida por Hunt: a felicidade de ver a aproximação da esposa e o baque de saber que aquilo é apenas o fim. Entendo que para ela foi uma forma de celebrar o amor dos dois, dizer que, apesar de tudo, valeu a pena. Mas não deixa de ser triste vê-los abraçados na cama e ela dizendo que vai embora.

Já Meredith está tão preocupada com o rumo da sua vida que resolve tomar decisões pelos outros e o pior, sem o marido. Fiquei até sem saber onde estava a maturidade que a personagem ganhou nestes anos todos. No entanto, o que mais me chamou a atenção aqui foi o fato de que a casa, aquela desenhada com velas lá no fim da quarta temporada, finalmente está quase pronta. E espero sinceramente que seja Grey a pessoa a morar lá, e não o Sloan.

Achei lindo o discurso do Webber sobre ser o primeiro a chegar, cruzar a linha de chegada e ouvir os gritos da plateia. É legal perceber que Karev teve um mentor nesse momento que o ajudou a não se tornar uma dessas pessoas que se auto-sabota, que quando percebe estar feliz, acha que é apenas um truque do destino, a calmaria antes da tempestade. Merecendo ou não, Alex chegou lá e se ainda vai passar por algo difícil no final, pelo menos sua vida não está em risco, graças a uma Arizona surtada que o tirou de sua última cirurgia.

Falando nela, sua história com o melhor amigo emociona, é triste mas não desenvolve a personagem. Se na semana passada isso só parecia uma forma de dar espaço a ela, neste aqui ficou claro que a intenção era novamente fortalecer a relação com Callie para o melodrama na semana que vem. Mas, sinceramente, não é algo com o qual eu me importe muito. O mesmo pode ser dito de Bailey, uma ótima personagem com a qual eu queria muito me importar, mas com o casal insosso que forma com o outro cirurgião, simplesmente não dá.
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