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Grey’s Anatomy 8×19: Support System e 8×20: The Girl With No Name

24/04/2012


Tão bom quando Grey’s Anatomy traz um episódio redondinho, como esse The Girl With No Name, no bom e velho formato que marcou os primeiros anos, dando um novo gás para a reta final da temporada. E se o 19 não foi tão interessante, tampouco decepcionou como os anteriores vinham fazendo.

Support System foi de certa forma dividido nas vertentes drama e comédia, com a primeira claramente superior à primeira. Christina e Owen enclausurados por causa de uma “gripe” me soou um pouco repetitivo já que eles tiveram esse momento de conversa há uns dois episódios. E depois que Yang começou a exigir os detalhes, lembrei logo de quando a Teddy pedia que ela repetisse o procedimento da operação em que o Henry morreu, num clichê pra lá de chato. E isso também é um recurso meio preguiçoso pra mostrar para o espectador o que aconteceu, como se alguém estivesse interessado.

Mas os diálogos são ótimos e a química e o talento da dupla de atores já bastante conhecidos. Parece que os roteiristas sabiam que aquilo de ficar chorando descontroladamente e se esquecer da vida profissional não combinavam com Christina. Colocaram, então, a cena catártica misturando riso e choro em que a moça tem o grande breakthrough. E ainda teve a rima temática de ver o Owen dessa vez “obrigado” a deixar a casa. Só achei que a conclusão sobre uma possível revanche ficou um pouco no ar.

O Mark não convence ninguém como Chief e suas decisões um tanto questionáveis e autoritárias só comprovam isso. E as cenas de “comédia” pouco divertiram, escritas apenas para mostrar os personagens que não possuem storyline alguma nessa temporada, ou seja, praticamente todos os coadjuvantes.
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O destaque ficou mesmo para o episódio mais recente. Um único caso da semana, forte e completo, envolvendo quase todas as áreas, representou bem mais do que um monte de pacientes sem expressividade. O melhor de tudo é que a garota que é resgatada depois de anos de sequestro funcionou como uma paciente-metáfora cheia de sutileza, sem aquela pieguice que estava se tornando uma constante por aqui. E o fato da Meredith ter sido de fato a protagonista foi algo até sintomático: a médica, assim como a maioria dos residentes (e até os espectadores, por que não?) estão acomodados com aquela situação, sem estarem atentos aquilo que pode ser melhor.

O que nos leva a este que deve ser o plot para o fim da temporada: largar o Seattle Grace, seguir em frente ou ficar, colocar tudo na balança, pesar razão e emoção. Os residentes estão tendo todos esses questionamentos e é legal ver que o caso é diferente para cada um. O drama só perde força porque a gente sabe que eles não vão abandonar o hospital, mas certamente as escolhas serão doloridas e as renúncias terão um peso. E seria, na verdade, um lindo plot para o término da série, pena que a ABC não saiba a hora de parar e já tenha renovado o programa.
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Também poderá gostar de:
Greys Anatomy 8×17: One Step Too Far e 8×18: The Lion Sleeps Tonight
Grey’s Anatomy 8×15: Have You Seen Me Lately e 8×16: If Only You Were Lonely
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