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Grey’s Anatomy 8×07: Put Me In, Coach e 8×08: Heart-Shaped Box

05/11/2011

**CONTÉM SPOILERS**


Owen e Bailey trouxeram de volta, ainda que bem rapidamente, o algo a mais que estava faltando nessa oitava temporada de Grey’s Anatomy. E só por isso já fiquei satisfeito.

No episódio 7, o novo Chief foi responsável pelos melhores momentos, justamente aqueles completamente fora do hospital, iniciando e fechando o capítulo. Não é a primeira vez que Grey’s utiliza o beisebol para mostrar seus personagens confraternizando, mas aqui, foi bonito demais ver todos juntos, uns levando a sério, outros brincando, Christina e Meredith bêbadas e armando barraco e a Little Grey com ódio fulminante do date do Sloan. E ainda teve o discurso do Owen falando sobre como eles são losers no esporte mas winners como médicos e, mais do que isso, como uma equipe.

O restante do episódio foi OK. A resolução da tensão entre a Teddy e a Christina foi um tanto simplória, como se apenas uma atitude pudesse demonstrar o quão preparado um cirurgião está. Derek e sua pretensão de sempre fazer algo que ninguém fez não me encheu os olhos, bem como  o Karev indo atrás do juiz, quando forçaram a barra em busca de um rendenção pro personagem. Por outro lado, gostei da Callie dizendo também ser uma artista e a Meredith e a Bailey se acertando temporariamente.

As duas, por sinal, foram responsáveis pelo melhor momento do capítulo seguinte, aquele em que Bailey diz que as pessoas se esforçam para criar os filhos e depois sofrem ao vê-los se matando ao tentarem fazer o que é certo. Com certeza foi um discurso lindo, cheio de recados e simbolismos, terminando com a chefe demonstrando seu apoio e apreço, mesmo após o momento de catarse. É natural que, assim como nós, os personagens revelem emoções  e nostalgia ao ouvirem o nome de George depois de tanto tempo. Assim, ao ter de volta a mãe do seu interno preferido, Bailey não consegue evitar a comparação com o problema da Meredith, resultando nessa cena linda.

Quem também teve um bom momento foi Lexie. Confesso que quando ela começou a sofrer pelos personagens do livro, achei tudo meio over. Mas no final, quando a suposta paciente-metáfora usa os personagens-metáfora pra falar da própria Lexie foi bem legal. E adoro como a Chyler Leigh consegue se destacar quando dão a ela um arco decente. Assim, eu até esqueço que a Little Grey fica no meio de dois malas como o Sloan e o Avery que, juntos, ficam piores ainda.

Minhas únicas ressalvas vão pras cenas da Christina, uma história um tanto boba, e pra Teddy. Ela nunca convenceu, nunca tornou-se relevante e dificilmente isso vai ser alcançado com a vida do marido em risco. Às vezes me pergunto o que ela ainda faz no Seatle Grace.
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Também poderá gostar de:
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