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True Blood 4×01: She’s Not There

28/06/2011

**CONTÉM SPOILERS**

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Depois da bastante irregular terceira temporada, cheguei a cogitar abandonar True Blood. De lá pra cá, senti falta dos personagens, da bizarrice, da peculiaridade e da liberdade criativa que só existe na HBO, aumentando o meu interesse pela estreia do novo ano. E depois de assistir a essa premiere, ainda é cedo pra dizer se a espera valeu e pena.

Ainda tenho dificuldade em entender quem achou que os primeiros 15 minutos seriam dignos de serem exibidos em algum lugar. Foi tudo tão ridículo que eu constantemente voltava algumas cenas buscando alguma lógica que explicasse aquilo de forma satisfatória. Mas é difícil justificar um monte de fadas virando bruxas e soltando bolinhas de energia com a Sookie correndo em um cenário digno de um filme dos Trapalhões da década de 70.

A boa notícia foi que o restante do episódio abandonou esse tom e tratou de (re) apresentar os personagens depois de quase 13 meses. Porque ao contrário do que aconteceu nas temporadas passadas, que começaram imediatamente após a anterior, essa daqui acertou ao iniciar com um avanço considerável no tempo. Isso trouxe um certo frescor, já que permite uma nova abordagem de alguns personagens e a inclusão de histórias que não seriam possíveis sem esse intervalo.

Assim, tivemos a relação entre Jessica e Hoyt caindo na rotina de forma peculiar, quando ele, criado em um ambiente tradicional, se vê vivendo com uma mulher que não come e muito menos faz comida. Ao mesmo tempo, Arlene continua temendo que seu filho se transforme no pai e Sam encontrou um grupo de amigos transmorfos que resolve fazer cavalgadas noturnas, numa outra cena de vergonha alheia. Ele, junto com Tara, parece ser o personagem mais esgotado da série e com histórias nada promissoras. A Tara ter virado lésbica era pra chocar alguém? Acho que não.

Por outro lado, a trama de bruxaria e magia negra pode ser bastante interessante, já que é algo que atrai a curiosidade de muita gente e cujos limites não são claros. O Bill ter virado Rei também foi surpreendente e é legal mexer na ordem vigente, já que ele na maioria das vezes esteve em desvantagem perante os demais da sua espécie. E gostei também de ver o Andy desta vez não mais bêbado e sim, viciado em sangue de vampiro.

E a Sookie? Alguém se importa com o que o Eric pode fazer com ela?
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Também poderá gostar de:
True Blood 3×12: Evil Is Going On
True Blood 3×11: Fresh Blood
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6 Comentários leave one →
  1. Ana Martha permalink
    28/06/2011 7:02

    Affeee achei meio +- esse primeiro episodio… Como vc bem disse, Sam e Tara acho que ja deram o que tinha que dar… e Tara virar lésbica foi um golpe desesperado de dar algum interesse a essa personagem.
    No mais vamos esperar pra ver como a magia negra vai se desenrolar.

  2. 29/06/2011 1:55

    Eu já fui assistir que os primeiros 15 minutos são RI-DI-CU-LOS. E não desminto. Parece que foi feito na correria pra tirar a Sookie de lá,

    Mas enfim, eu tava com saudades mesmo era do Laffa, e como vc bem disse, o núcleo dele parece ser o mais interessante, com aquela bruxaiada toda.

    Espero que melhore mesmo! Vamos torcer!

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