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Comentários em série

04/04/2011

**CONTÉM SPOILERS**


The Hard Times of RJ Berger 2×01: RJ’s Choice e 2×02: Cousin Vinny

RJ e cia. voltaram com tudo, com direito a muita canalhice, gozação, piadas escatológicas e todos aqueles clichês de high school que a gente adora. Como esperado, a Lily não morreu e essa teria sido uma grande perda, já que a personagem é bizarra no bom sentido e a atriz é ótima. Eles até tentaram criar um climinha deprê fake no início para em seguida fazerem a entrada triunfal à la Godzilla, ainda cheia de sequelas do atropelamento, comemorando que já pode comer sólidos mas ainda tendo que drenar pus. Mas o pior foi a garota pensando estar namorando com RJ só porque este lhe proporcionou a melhor perda de virgindade que uma mulher poderia imaginar. E ainda teve a Jenny flertando porque queria deixar o Matt ciumento. Mas RJ tomou coragem, contou a verdade pra Lily que, louco como sempre, surtou e destruiu tudo pela frente. Mas RJ é sortudo e conseguiu conquistar a garota de seus sonhos levando-a para um encontro que só não saiu pior porque o primo Vinny sabe fazer amizade com os grandalhões. Vinny, na verdade, estrela Jersey Shore, outro programa da MTV, que esse episódio resolveu homenagear. Mesmo nunca tendo assistido, achei o episódio legal. Mas é claro que pra quem vê ambos os shows aquilo tudo fez muito mais sentido.

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Shameless 1×12: Father Frank, Full of Grace

Não sei se devido a carga dramática vista nos episódios em que Monica apareceu, esperava mais desse season finale. Lip e Ian foram soltos rapidinho, sem nenhum grande drama. Fiona e Steve também não protagonizaram algum vai e vem que nos deixasse tenso, e com dúvidas sobre o futuro o casal. Porque, convenhamos, alguém realmente acreditou que ela toparia ir pra Costa Rica com ele? Que abandonaria do nada seus 5 irmãos? E aquilo de marcar no aeroporto um tal horário já é indicativo de algum desencontro. Então, sinto dizer, não teve ali  nenhum suspense. A Karen de adolescente revoltada continuou super over e eu torci muito para que o Eddie conseguisse espancar o Frank. Mas ao invés disso, o cara acabou se matando quando parecia só mais um dia de ice fishing. E foi o Lip quem deu uma surra merecida no próprio pai, algo que acabou rendendo talvez a melhor cena desse finale. Quem diria que o Frank, o protagonista irritante, viria a ser o destaque de um episódio, quando pela primeira vez, pareceu fazer um discurso totalmente sincero. Mas o perdão do filho só veio mesmo depois de aceitar levar uma boa mijada na cara, soltando um impagável: “Oh, it’s fair.” E apesar do final não muito inspirado, Shameless se mantém como uma das melhores séries de 2011.

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The Good Wife 2×18: Killer Song

Depois do final WTF? do capítulo anterior, achei que esse seria praticamente em torno da descoberta do Blake e talvez por isso estivesse esperando algo mais bombástico, por assim dizer. Mas eu sei que essa série desenvolve suas tramas de forma calma, sempre permeando diversos capítulos ao mesmo tempo em que traz casos da semana interessantes, como aconteceu neste aqui. Achei bastante original a briga para impedir o lançamento de uma música supostamente baseada em uma assassinato ocorrido há 30 anos. Surpreendeu, também, a virada final, quando ficou evidente que a canção foi inspirada em outra morte provocada pelo réu. Enquanto isso, Eli comprovou o seu interesse na ex-babá ao mandar a própria Diane resolver o caso da moça e depois correr entre delegacia e tribunal tentando soltar o pai dela. Por fim, Peter ganhou mais um bom motivo para vencer a eleição, protegendo o seu segredo com Kalinda e assime vistar que sua esposa traída em rede nacional volte a sofrer pela sua falha de caráter.

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Private Practice 4×17: A Step Too Far

Quando a Addison soltou aquela risada lateral após ser questionada por Amelia se estava grávida, eu também ri com ela. Mas no fundo, senti que seria mesmo um alarme falso. Protagonistas de série raramente engravidam por conta da grande limitação em que isso acarreta para os roteiros. Assim, é comum que elas não possam engravidar e tenham que buscar alternativas, algo que sempre gera mimimi, deixa a moça com um filho e não tem certos impedimentos que a a gravidez gera. Afora isso, achei o caso da semana interessante, com um triângulo amoroso peculiar. É fato que a irmã e o marido não devem ser culpados por se apaixonarem, mas querer ficar com o filho da outra fingindo ser o casal feliz é muita insensibilidade e cara de pau. Já o caso envolvendo Cooper e Sam foi previsível do começao ao fim: menino que tem bolsa da faculdade pode perder se um problema de saúde for descoberto, pede pro médico esconder e claro, dá tudo errado no pior momento possível. E.R. já usava essa história há mais de 20 anos. Além disso, nem esse desejo do Cooper de fazer algo diferente nem a Violet encanada por causa da opinião de uma crítica convenceram muito. No geral, a sérir segue num marasmo narrativo enorme e, sinceramente, nem sei se deveria ter sido renovada para uma quarta temporada.

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