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Comentários em série

02/03/2011

**CONTÉM SPOILERS**


Glee -2×14: Blame it on the Alcohol

Logo no início desse episódio, já ficou claro que Glee abordaria mais um assunto pra lá de aleatório e que não fazia qualquer conexão com as storylines da série, mas isso é tão recorrente aqui, que prefiro nem me alongar muito no assunto. Por outro lado, esse capítulo teve algumas ótimas cenas que compensaram essa aleatoriedade do tema. O melhor da semana ficou com o trio Rachel-Kurt-Blaine. Confesso que o interesse da garota foi bem surpreendente pra mim e a série conseguiu criar uma ótima história, engraçada em alguns momentos e interessante em outros, como aquele em que conversam sobre identidade. De fato, Kurt se precipitou ao querer que o amigo se rotulasse com uma determinada orientação sexual e Rachel tinha todo o direito de pelo menos tentar sem ser julgada. No fim, a garota arrumou um tema no qual se inspirar para compôr suas músicas e Blaine ganhou a confirmação de que é mesmo gay. O plot sobre alcoolismo soou meio planfetário, mas rendeu a ótima cena com todos eles se divertindo sem ser cantando, algo bem raro, e os esterótipos de bêbadas foram impagáveis. Morri de rir também com a Sue: primeiro, empurrando o treinador escada abaixo; depois, fazendo o pronunciamento perante a escola. Entre os números musicais, o que se destacou foi Don’t You Want Me, com a melhor dupla de cantores da série. Tik-Tok foi mais um cover sem graça e as demais também não encheram meus olhos. Na verdade, estou curioso para ver as canções originais que vêm por aí.

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The Good Wife – 2×15: Silver Bullet

Se na semana passada eu disse que não havia sentido falta da parte política de The Good Wife, dessa vez preciso admitir que a trama envolvendo Eli talvez tenha sido a melhor coisa do episódio. Ao descobrir que Wendy Scott-Carr empregava uma imigrante ilegal, o Sr. Gold vê a possibilidade de ferir a reputação da candidata. Ele só não esperava que pudesse ficar envolvido pela babá (uma ótima participação da America Ferrera, de Ugly Betty), a ponto de reconsiderar o uso da informação, já que a moça seria deportada quando tudo viesse à tona. Dessa forma, pudemos ver a face humana do personagem, tornando-o bidimensional. Enquanto isso, Diane resolve defender o perito com quem se envolveu na primeira temporada e acusado de ter forjado provas para culpar um acusado de assassinato. Não foi dos melhores casos da série, mas conseguiu manter o interesse. Por fim, Alicia se vê tendo que lidar com o interesse da filha pela religião e a série acertou ao mostrar como é fácil manipular os jovens só fazendo vídeos na Internet.

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Greek – 4×08: Subclass Plagiostomi

Depois de um ótimo capítulo como o da semana passada, o melhor da série em muito tempo, e que trazia um clima de despedida bastante positivo, Greek veio com esse que mais parece um episódio de meio de temporada. Não foi ruim, mas depois de assistir, alguém diz que estamos a apenas duas semana do fim? Tudo bem que o objetivo dos roteiristas não é um final surpreendente, cheio de reviravoltas ou algo do tipo, mas poderiam ter construído uma história mais forte, um arco mais interessante que percorresse a curtíssima temporada até o final. O que vemos aqui são tramas divertidas mas sem a força de um series finale. Pelo visto, Evan e os Omega Chi serão mesmo os vilões até o final. Ele,mostrou um certo mau-caratismo ao mentir para a ex-namorada e depois ao comprometê-la no tribunal. E de onde surgiu aquela declaração? Só eu achei muito aleatória? Seus amigos de fraternidade traíram o Dale e geraram a melhor cena do episódio. Ashleigh também vacilou um pouco essa semana, aceitando dinheiro do cara com quem ela começou a sair ontem e depois ficou surpreendida quando foi cobrada. Por fim, a Rebecca pareceu muito uma adolescente mimada queimando tudo. Mas mostrou quem é novamente ao tirar satisfações com a Tri Pi. Gostei.

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Brothers & Sisters – 5×15: Brody

Como o excessivamente sugestivo título do episódio indicava, essa semana tivemos praticamente 40 minutos seguidos sobre a volta do antigo amor de Nora. Faltou emoção a esse encontro depois de tantos anos e Nora parecia mais aborrecida do que mexido pela presença de alguém que foi tão importante na sua juventude. Mas foi divertido ver as diferentes reações dos filhos, curiosos e debochados com o passado da mãe. Tommy, como sempre, foi chato e comemoro muito que a sua volta tenha sido temporária, não sentirei falta nem da sua namorada insossa. A pequena trama sobre o filho fajuto da Paige foi uma novidade agradável, pena que a garota seja tão antipática. E não entendi o choque só de ouvir que a avó ficou grávida aos 19 anos. Século XXI tá aí, e ela não é mais nenhum criança. E ainda teve o Justin sendo muito Justin ao se preocupar com o ex-soldado que não tinha casa. Gostei desse plot porque não faço ideia do que possa acontecer. E a  Kitty não existe mais nessa série, não? Nem mencionada ela é. Descaso demais.

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