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The Good Wife – 2×12: Silly Season e 2×13: Real Deal

13/02/2011

**CONTÉM SPOILERS**
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Em seus dois episódios mais recentes, The Good Wife deu um destaque maior ao escritório da promotoria, abrindo também mais algumas histórias, e em seguida desenvolveu as tramas da firma trazendo um ótimo personagem que já havia aparecido nessa temporada.

Desde o início da série que Cary não é um personagem muito interessante. A intenção do criador de incluí-lo foi clara: competir com Alicia e servir de contraponto, já que ele é homem, jovem e carreirista. No fim da primeira temporada, com a escolha óbvia da firma em manter a protagonista, ele perdeu sua função, mesmo tendo sido empurrado para trabalhar com Glenn Childs. Assim, durante o atual ano, Cary constantemente teve uma participação apagada e sua inclusão em diversos casos soou forçada.

Disse tudo isso porque em Silly Season, Cary e seus companheiros de trabalho tiveram um destaque maior, numa tentativa de abrir novos arcos e criar uma trama digna para eles. A melhor delas parece ser a investigação em cima de Kalinda, acusada de sempre obter informações secretas de forma ilícita. Por outro lado, esse desvio de atenção diminui a importância do núcleo que conduz a série, que costuma ser mais interessante.

Em Real Deal, o retorno do personagem do Michael J. Fox novamente enriqueceu a história. Dessa vez, a série discutiu as disputas por ações conjuntas e a existência dos “cavalos de tróia”, advogados pagos pela empresa processada para se infiltrarem na ação dos querelantes e conseguirem um acordo bem abaixo do esperado. Pudemos, então, conhecer mais um pouco do personagem, vê-lo mais uma vez usando sua doença para ganhar a simpatia do juiz e, apesar da dúvida da real intenção de Canning com o caso, Alicia matou tudo bem cedo.

Como sempre, a série equilibra e mistura bem seus casos da semana com as tramas que permeiam a temporada. Na firma, a conspiração de Will e Diane contra Derrick se acentuou com manipulações e briga por votos a favor, com os advogados utilizando a mesma tática no caso e para enganar Bond. Além disso,  Kalinda ainda é desafiada por Blake (o passado da moça parece ser um mistério sem fim), e a relação de Alicia e Will mostra-se bastante complicada, já que ora os dois ensaiam uma aproximação, ora parecem se acertar com seus respectivos parceiros.

Por fim, em ambos os episódios, as cenas com a campanha de Peter foram desinteressantes e até repetitivas. É visível um esforço para trazer coisas novas, como ocorre com os casos principais. Mas está claro que o episódio perde um pouco o ritmo quando investe em sua trama política. Ainda assim, The Good Wife é uma série sempre bastante competente.
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