Skip to content

Off the Map – 1×02: Smile. Don’t Kill Anyone e 1×03: A Doctor Time Out

01/02/2011

**CONTÉM SPOILERS**

O piloto de Off the Map já deixava claro que essa era uma Grey’s Anatomy na floresta e esses dois episódios que se seguiram comprovaram ainda mais a tese. A semelhança maior é o fato de termos um grupo de novatos que ainda estão aprendendo a trabalhar no local e por isso cometem diversos erros a cada episódio. Ao mesmo tempo, estão lá os veteranos  para apontar o que está errado e querendo passar 10 lições de moral por segundo para os seus pupilos, que, logicamente, sentem-se desmotivados com tanta cobrança.

Aliás, nunca vi voluntários serem tão maltratados como nessa série. Para e pensa: eles são médicos americanos “lindos e loiros” que decidem trabalhar numa clínica localizada num fim de mundo administrada por não sei quem (Cruz Vermelha, Médicos sem Fronteiras, who knows?). Ao invés de serem bem recebidos e inspirados pelos veteranos a ajudar os outros apesar de todas as dificuldades, são vistos com desconfiança e obrigados o tempo todo a provarem que merecem estar ali.

No entanto, apesar de todos esses problemas de ambientação e falta de verossimilhança, bem como a sensação de termos visto tudo aquilo antes em outra série, confesso que estou me apegando a esses personagens. A grande maioria dos atores é bem convincente, com exceção do negro, cujo tom de voz forçado demonstra uma vontade de parecer um galã, mas sempre passa longe disso.

Os casos da semana invariavelmente caem na previsibilidade, como a da mulher grávida que perde o marido (mas serviu para aumentar a tensão entre os protagonistas) e o do cara com malária (claro que ia ter uma doença de terceiro mundo né, aquelas erradicadas nos países ricos). Mas foi legal o cara ter sobrevivido ao raio e ao baço explodindo e também a história do Homem-Aranha. Além disso, aquela médica loirinha já é a minha preferida.

O homem enrolado na cobra foi a coisa mais diferente do que poderíamos ter visto em outras séries gringas, mas pra nós brasileiros que assistíamos a Pantanal, aquilo não foi tanta novidade assim. De qualquer forma, a ambientação mais peculiar que a de um hospital normal permite a existência de casos bizarros assim e é bom ver que a série consegue explorar essa oportunidade de mostrar a estranheza do local.

.

No comments yet

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: