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Comentários em série

18/01/2011

**CONTÉM SPOILERS**


Grey’s Anatomy – 7.12: Start Me Up

Mais um ótimo episódio que garante uma boa sequência nesse meio de temporada. A ideia de trazer os médicos como tutores de jovens estudantes de medicina funcionou bem para acirrar a competição entre eles e depois surpreendê-los com uma avaliação nada positiva. Finalmente, tivemos a confirmação de que a Christina robô sumiu para todo o sempre. Ela voltou com tudo, soltando seu texto ácido, querendo ser residente-chefe e sem nenhum resquício evidente do trauma. A história da Teddy parece que não vai pelo temido caminho de Denny Duquette, mas ao mesmo tempo, não vejo como a relação dos dois possa evoluir muito dalí, personagem fixo a gente sabe que ele não vai ser, mas espero que a Shonda consiga nos surpreender. Gostei também da Bailey saindo da sua zona de conforto e se envolvendo com o enfermeiro que deixa mensagens safadas nos prontuários, mas ainda queria uma storyline mais consistente pra ela. Meredith e Derek continuam tentando engravidar, mas espero muito que esse não seja o plot principal do casal daqui pra frente, porque esse tema é batido demais e nos leva ao desfecho desse episódio. Sei que muita gente detestou a novidade, mas pra mim a gravidez da Callie foi mega surpreendente e acho que pode render muita coisa ainda envolvendo os dois casais. E como dificilmente vão colocar duas grávidas ao mesmo tempo, parece que o bebê da Grey vai ficar só pra próxima temporada.

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Modern Family – 2.12: Our Children, Ourselves

Com certeza tem um monte de gente que já se sentiu burro por gostar de filme trash, a famosa diversão descerebrada, ou então fingiu ter adorado um filme mega cabeça só porque todo mundo disse que era a obra mais inteligente da década. Por isso, foi de morrer de rir toda a história dos Dunphy nesse ótimo episódio. Desde o tique nervoso da Alex até a trombada da porta, todos já devem ter passado por algo parecido e no fim, Claire e Phil concluíram que se fossem mesmo tão burros não teriam tido uma filha tão inteligente. Cameron e Mitchell resolveram se gabar dos seus casos heterossexuais. O primeiro utiliza nomes de personagens em filmes musicais para dizer quem ele levava para o celeiro e o segundo reencontra uma ex-namorada da faculdade. Claro que quando surgiu a suspeita de que ele pudesse ter um filho, dava para imaginar que seria um mal-entendido. Mas nunca esperava que a “criança” pudesse ser na verdade um anão ruivo, um desfecho genial. Já na casa de Gloria, Phil resolveu abusar da sinceridade e colocou a esposa num tremenda saia justa, tendo que receber pessoas indesejadas. E Gloria inventando que o marido está ficando caduco foi um dos melhores momentos de capítulo, seguido do Manny falando sobre a dificuldade de Jay no golf, sem saber que corroborava com a história da mãe. No fim, até o copo especial colaborou. Um episódio redondinho.

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Off the Map – 1.01: Saved by the Great White Hope

Se todo o mundo já achava que Off the Map seria uma Grey’s Anatomy na floresta, não poderíamos estar mais certos. Isso não quer dizer obviamente uma coisa ruim, só que torna tudo previsível, já que se conhece a estrutura da série, sua abordagem etc… Pra quem não sabe, Off the Map conta a história de um grupo de médicos que trabalha como voluntários em uma clínica no meio de uma floresta na América do Sul. Assim como em Grey’s, aqui temos os novatos perdidos no primeiro dia e os veteranos que ficam querendo dar lições o tempo todo. Os atores são ok, e a maioria dos personagens são carismáticos, mesmo com a grande obviedade de algumas cenas, como o passado da protagonista, que ficou evidente logo na primeira cena e ainda mais depois do paciente servindo como uma metáfora óbvia. Gostei do cara que era um playboy e resolveu ser voluntário para tentar mudar de vida e da loirinha que só quer aprender depois de trabalhar que nem uma louca. A série tem vários problemas de ambientação. A clinica fica num lugar mega aleatório que não é uma cidade e nem um vilarejo, as locações iguais as de Lost também evitam que a gente acredite que eles estão mesmo na Amazônia e não no Havaí. Tem várias forçações de barra, como o cara salvando o outro com água de côco e o fato de que nenhum médico sequer pensa em estudar espanhol enquanto vários pobres coitados falam inglês fluente. Mesmo assim, acho que a série tem potencial e vou continuar acompanhando. Pra quem gosta de Grey’s e Private Practice, essa aqui tem tudo a ver.

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