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Glee 2×09: Special Education

02/12/2010

**CONTÉM SPOILERS**

Se nesse episódio não tivemos novamente a sensibilidade e a delicadeza que vimos no anterior, pelo menos foi um capítulo bem digno e acima da média da temporada. A impressão que dá é que Glee aos poucos vem conseguindo abordar seus casais e dramas com mais sutileza e isso faz com que nos importemos mais com eles. Rachel e Finn são protagonistas, mas, convenhamos, nunca tiveram muita química. Assim, os demais casais, formados por aqueles que geralmente “sobram”, ganham cada vez mais espaço e simpatia.

Vejamos, por exemplo, o caso de Artie e Brittany. Eles surgiram como uma dupla esquisita e improvável, mas essa semana são, pra mim, o melhor casal. As cenas em que ele entende as “limitações” da moça e consegue ajudá-la foram bem divertidas, ainda mais que as pérolas de Brittany são sempre um ponto alto da série. Algo semelhante ocorreu com Sam e Quinn. Ambos não tinham muito carisma, mas no número que cantam “I’ve Had the Time of My Life” mostraram mais química que todos os casais que já formaram duetos antes.

Gostei também de terem saído do óbvio e aproveitado as vozes muitas vezes esquecida do New Directions. Na verdade, acho que essa mudança de foco, dando destaque a todos os personagens, já é uma estratégia da equipe, tendo em vista o anúncio feito pelo próprio criador da série, dizendo que pretende mudar o elenco constantemente, assim como ocorre numa escola de verdade. Pena que Quinn não seja tão boa cantora quanto Rachel e nem uma personagem tão interessante.

Aliás, todo o mimimi envolvendo a briga com Finn foi um pouco chato, mas pelo menos rendeu algumas tiradas boas, como Rachel fantasiando sobre o próprio funeral. Além disso, mostrou que ela e Kurt realmente podem ser amigos, e os dois, de fato, funcionaram bem juntos como confidentes. Foi legal e raro vê-la torcendo pelo amigo e pedindo aplausos, já que Rachel é sempre tão egoísta e auto-centrada. Gostei também que não fizeram o Kurt voltar para a sua antiga escola logo depois do primeiro incômodo sentido em Dalton. O personagem já mostrou ser bem forte, além de perceber que as mudanças são normais e necessárias, e que deve tentar se encaixar, afinal, já passou a vidade toda se sentindo um peixe fora d’água no McKinley High.

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