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Comentários em série

26/11/2010

**CONTÉM SPOILERS**


Dexter – 5.09: Teenage Wasteland

Dexter mudou muito desde a primeira temporada. A mudança gradual, parte do desenvolvimento do personagem, teve sua prova cabal nesse nono episódio, quando pudemos presenciar ele dizendo a Astor que a ama. Se antes Dexter sempre se sentia um peixe fora d’água, apenas fingindo ser uma pessoa normal para conseguir cometer seus assassinatos, agora ele é capaz de sentir como qualquer outra pessoa. Ninguém duvida de que sua declaração tenha sido sincera. Achei também que o Jordan Chase está se tornando um vilão interessante, e a série poderia ganhar se aprofundasse um pouco mais na mente e as motivações dele. Gosto da forma com que ele provoca sua vítima antes de atacar. E é isso que provavelmente iremos ver no próximo capítulo. Na delegacia, finalmente alguém fez com que Deb ficasse com uma pontinha de desconfiança. A LaGuerta bitch (que dessa vez foi bem menos bitch) acabou falando a verdade sobre o Quinn na hora de se defender. E ele, apaixonado por Deb (Mas já?), prefere deixar tudo de lado com medo de perder a namorada. Pode ser tarde demais, já que o ex-policial sabe muito e é bem capaz do Quinn  acabar ajudando Dexter e encobrir a verdade. Tudo por amor.

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How I Met Your Mother – 6.10: Blitzgiving

Ohhhhhh, maaaaan! Quem nunca se sentiu um Blitz pelo menos uma vez na vida? Quando aconteceu a coisa mais maravilhosa do mundo justo no momento em que você  tinha acabado de sair? Foi usando muito bem essa premissa que How I Met Your Mother fez um grande episódio numa temporada bastante irregular. Cerveja de graça,  mulheres seminuas, encontros com famosos, uma noite inesquecível. Qualquer coisa pode acontecer depois que você vai embora. E ninguém está imune a ela. Começou com Steve, depois passou pro Ted (o que é justo já que ele é o grande estraga-prazeres) e foi parar no Barney. De cara já gostei da brincadeira com o fato de que o personagem do Jorge Garcia (o Hurley de Lost) também ser amaldiçoado, assim como acontecia na sua série antiga. Além disso, ainda teve o momento em que ele sugere os tais números malditos para Zoey. A participação do ator nem foi grande coisa (suas habilidades na atuação são bem limitadas), mas coisas assim enriquecem bastante um capítulo. Tudo estava no lugar, nenhum personagem sobrando, uma ótima história contada com muita graça. Gostei de vê-los falar sobre odiar alguém só porque seu amigo mandou, e em muitos casos, isso fica impossível, como bem mostrou o episódio. Ainda teve a Lily confusa com as atrizes odiadas, a Robin com a cara pintada e o cachorro skatista. E  finalmente a personagem da Jennifer Morrison se tornou alguém legal. Adorei  aquela ideia de tirar uma foto, digamos, sacana, e mandar pra uma pessoa aleatória. A impressão que se tem é de que deve ser realmente divertido sair com ela. No fim, o Ted percebeu que ela sentia falta da afilhada (ok, isso foi piegas), ficou com pena e voltou atrás. Inimigos podem sim se tornar amigos.

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Private Practice – 4.09: Can’t Find My Way Back Home

Aos poucos, Private Practice volta a ter seus episódios apenas regulares como os do início da temporada. Esse daqui foi meio sem graça, não? Pra começar a história da Charlotte ficou um pouco desgastada. Tirando as últimas cenas com o Cooper, o que veio antes foi quase uma repetição do que a gente viu no capítulo anterior. Mas eu gostei da Violet ajudando, aliás, eu gosto da Violet sempre, talvez porque a Amy Brenneman seja a melhor atriz ali. Isso ainda fica mais evidente quando ela está com o Pete. A história dele era pra ser um drama carregado, mas por algum motivo a força se perdeu. Ele reencontrou o irmão e a mãe depois de décadas como se a briga tivesse sido ontem, e as cenas no geral,  careceram de emoção. E a Addison, gente? Ela ainda existe nessa série? O romance com Sam é tão boring que eles mal aparecerem juntos. Pra piorar, agora parece que eles terão um conflito porque ela quer ter filhos. Criatividade zero e mais um motivo pra eu detestar o casal. Addison ainda é prejudicada quando fica ao lado de Amelia, uma personagem muito sem sal. E nem adiantou aquela ceninha falando sobre o pai. Queremos ver uma storyline decente, senão, fica difícil se importar com ela. Enquanto isso, ficamos felizes em vê-la tomando um fora do Cooper.

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