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Grey’s Anatomy: These Arms of Mine

30/10/2010

**CONTÉM SPOILERS**

Shonda Rhimes e sua equipe acertaram ao trazer um episódio de Grey’s Anatomy em que adotam uma estrutura um pouco diferente da tradicional. Simulando um documentário sobre o dia-a-dia dos médicos, pudemos ver os esforços do Chief em proteger sua equipe depois dos últimos acontecimentos, ao mesmo tempo em que tenta reaver o prestígio que seu hospital tinha, usando, claro, o programa como propaganda. Dessa forma, tivemos portas travando e pondo a vida dos pacientes em risco, alarmes incômodos tocando toda hora e crachás que não funcionam, como bem sabe a Little Grey.

O principal caso da semana foi o mais chatinho, mas gostei da discussão sobre o risco de o paciente rejeitar um órgão emocionalmente, principalmente com uma tatuagem. E também dos depoimentos alternando a família do doador e a do receptor, retratando de forma completa os dois lados da situação.

O casal Callie e Arizona parece ter sido considerado sem saída depois da chatice que está a vida das duas na atual temporada, mas não queria que elas  fossem embora, apenas que voltassem a ter boas histórias. Como o assunto não foi completamente concluído, ainda espero que isso seja apenas algo pra dar uma reviravolta na vida do casal.

O retorno da personagem da Mandy Moore pareceu um pouco sem sentido, porém, nos minutos finais, o caso ganhou a força que não teve antes, fazendo sentido a forma como tudo estava sendo mostrado. Pra fechar, ainda teve o depoimento contido mas emocionante da Dr. Bailey.

Porém, o melhor do capítulo foi o Karev assumindo sua vontade de ser pediatra, algo que já vinha sendo indicado há um tempo. Gostei como no início ele diz que quer seguir a especialidade não pelas crianças, e sim por ser da “elite”. Mas vemos claramente ao longo do episódio o quanto ele está se enganando. Karev mostra novamente que é um dos personagens mais bem contruídos de Grey’s Anatomy.

E mesmo com poucas cenas, Meredith e Christina se destacaram, com uma chamando a outra de heroína, mas a conclusão de Yang não poderia ter sido mais concisa e verdadeiramente dolorosa: ser um herói tem seu preço. E ela sabe o quão alto ele é.

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