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Comentários em série

29/10/2010

**CONTÉM SPOILERS**


Glee – 2.05: The Rocky Horror Glee Show

Antes de tudo, preciso dizer que nunca assisti a esse musical que Glee homenageou com o especial de Halloween, e nem sei do que ele trata. Portanto, não posso opinar com relação às versões das músicas ou se houve alguma semelhança temática e piadas que não entendi. O fato é que esse capítulo foi bem ruim. A história, se é que alguém pode chamar aquilo assim, foi a das mais aleatórias que já vi. O Mr. Schue nunca foi um grande personagem, dessa forma, não segura um episódio inteiro como centro das atenções. Aquela crise de ciúmes que ele teve da Emma foi a coisa mais desinteressante do mundo, até a participação do John Stamos foi apagada. E de onde surgiu aquilo com o Sam e o Finn falando do corpo, em se sentir bem para aparecer em público? Eles são jovens americanos do século XXI, minha gente! Nada disso se justifica. Apesar do playback cada vez mais gritante e com erros de sincronia, os números musicais foram bem divertidos, principalmente os de Carl e Mercedes, que anda meio sumida. E a Becky fazendo a Little Sue também vem roubando as cenas, passando por cima até da sua “mestra”.

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Modern Family – 2.06: Halloween

Ao contrário de Glee, o episódio de Halloween de Modern Family foi divertidíssimo, talvez o melhor da temporada. Dessa vez, todas as histórias foram engraçadas, resultando na cena final com as três famílias juntas, que foi de morrer de rir. Pra começar, o Mitchell errou ao resolver ir trabalhar fantasiado depois de ouvir dos losers da empresa que esse é o costume por lá. E acabou tendo que incorporar o personagem na tentativa de arranjar uma nova roupa. Já Gloria não se conforma que o seu sotaque às vezes seja difícil de entender, resultando no recebimento de little jesus ao invés de little cheeses. Pior ainda, ela não suporta ser corrigida pelo filho e pelo marido. Claire, quem diria, é fascinada pelo Halloween e faz a família toda entrar no clima de House of Horrors. Mas é claro que na hora tudo dá errado, com o Cameron contando sua história traumatizante de Halloween, uma filha querendo estudar, a outra vestindo fantasia da Madre Teresa quando era gostosa e a Gloria fazendo o sotaque americano certo. E ainda teve o Phil com medo de que seu casamento acabe como o do vizinho, mesmo sabendo que a Claire só bate quando ele está dormindo.

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The Good Wife – 2.05: VIP Treatment

Continuando sua sequência de episódios emplogantes, The Good Wife mostra mais uma vez que pode surpreender. Ao invés de mostrarem um simples processo, os roteiristas investem na investigação feita para saber se a firma deve pegar o caso ou não. Assim, os advogados tiveram quatro horas pra decidir se aceitavam representar a massagista que acusa um vencedor do prêmio Nobel da Paz de assediá-la sexualmente. É interessante ver como um caso pode decidir o futuro de uma firma como aquela e todo o cuidade que se deve ter na escolha dos clientes. Os riscos de processarem um americano idolatrado é grande se ele for inocente, mas os ganhos são incrivelmente altos caso ele seja culpado. O clima de urgência experimentado pela equipe, apesar de não ter sido em tempo real, foi sentido em todo o episódio, com uma montagem ágil e fluida, alternando as cenas na firma, com as passadas no baile. Acertaram também ao envolver a campanha de Peter quando o advogado de Joe Kent tenta abafar o caso trocando o apoio político pelo sumiço do processo. E ousa mais ainda ao ligar seu nome ao de Peter, mas é difícil pensar que Alicia possa prejudicar o caso para proteger a campanha do marido. Já o mesmo não pode ser dito de Eli, que deve ameaçar abandonar a firma caso eles não sumam com tudo. O importante é que essa história deve render, a não ser que a moça de fato tenha desistido de ganhar uma boa grana.

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The Event – 1.06: Loyalty

Apesar de nunca trazer algo realmente surpreendente, The Event tem conseguido manter episódios interessantes mesmo comentendo um ou outro deslize no seu desenvolvimento. Loyalty foi um capítulo com mais acertos do que erros, começando pelo bom ritmo alcançado desde o início. Nem os flashbacks, que geralmente quebram um pouco a narrativa, atrapalharam. Pelo contrário, eles foram fundamentais para que eu tivesse alguma empatia pelo Simon, até então considerado um mala. Desse modo, foi fácil compartilhar a sensação de ver todos envelhencendo e nunca poder se apegar a alguém. Sem contar que finalmente  alguém percebeu que havia um traidor entre eles, fazendo Simon esconder o cara no porta-malas. O clima de imprevisibilidade também ajudou, apesar de ser difícil que algo aconteça ao elenco principal. A pior coisa do capítulo foi a jornalista loira, uma personagem exagerada, interpretada por uma atriz esquisita, que só sabia ficar gritando numa cena pra lá de inverossímel. Espero que a sua única função na história tenha sido contar tudo ao casal, mas duvido muito que isso aconteça. Ela veio pra ficar.

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