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Comentários em série

27/10/2010

**CONTÉM SPOILERS**


Dexter – 5.05: First Blood

Pelo visto, Dexter já começa a imaginar um futuro para Harrison semelhante ao que ele próprio experimentou. Bastou um simples arranhão para que o receio de que o filho também acabe se tornando um psicopata ficasse evidente. E assim como ele teve Harry para lhe ensinar tudo, Dexter também estará ao lado de Harrison para passar aquilo que aprendeu, por mais que não seja essa a vida que deseja para o filho. Por outro lado, Dexter tentou ajudar Lumen depachando-a de volta pra Minnesota, mas parece que ela ficou traumatizada demais para seguir viagem. Como foi sugerido no capítulo anterior, Lumen quer mesmo vingança contra aqueles que a machucaram, numa tentativa de ter paz e levar uma vida normal sem ter que dormir em armários ou suar frio sempre que for revistada. Resta saber até onde vai esse trauma e do que ela será capaz. Enquanto isso, a trama da Santa Muerte anda a passos bem lentos com a descoberta de mais dois corpos, ao contrário do Quinn, que agora colocou um capanga pra espionar Dexter. Juro que queria saber de onde surgiu tamanha obsessão. Por fim, a história da LaGuerta e do Batista continua chata e pior, previsível. Ou alguém achou mesmo que ela estivesse traindo o marido ou “pagando” pela liberação dele com o próprio corpo?

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How I Met Your Mother – 6.06: Baby Talk

Não foi nada excepcional, eu sei, mas é legal quando a gente percebe que How I Met Your Mother teve um capítulo redondo, onde todos os amigos foram engraçados e nada ficou sobrando. Até Marshall e Lily tiveram suas cenas divertidas, apesar da história meio bobinha. É que os roteiristas souberam transformar algo aparentemente sem graça – a escolha do nome e em seguida o sexo da criança – em uma sequência de momentos hilariantes, começando pela lembrança que o casal tinha quando ouvia um nome. Lily e suas pestes da escola; e Marshall revivendo as garotas que ele já quis traçar. Ele ainda quis decidir o sexo do bebê apelando para táticas milenares ensinadas pelos homens da sua família, e que nada mais eram simpatias encontradas na Internet, como as que Lily achou, fazendo exatamente tudo ao contrário. Já Ted encontrou na parceira de bancada da Robin aquilo de que tanto gosta: sentir-se útil. Só que acabou tendo que jogar na cara da amiga que ela estava sempre no controle da situação. Morri de rir com a cena em que Robin usa uma espingarda para se defender de um ladrão enquanto Ted pretendia fazer o mesmo, só que com uma panela. O problema é que ela ficou encucada e foi tirar a prova com o Barney, que tratou isso como um elogio, o que de fato é. A verdade é que os homens ainda se intimidam com mulheres muito independentes, mas o Barney sabe utilizar isso a seu favor. Como se não bastasse, ele sofreu para conseguir uma garota falando como criança, mas no final, acabou conquistando uma verdadeira “mamãe”.

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Private Practice – 4.05: In or Out

Bem chatinho esse episódio, viu? Demorei horas pra terminar de ver porque toda hora arranjava algo melhor pra fazer. Violet novamente se destacou com a interessante discussão sobre a reabilitação de ex-presidiários. De fato, é difícil pensar em como uma pessoa afastada da sociedade por 40 anos poderia se adaptar sem nenhuma ajuda. Imaginei também que o Pete tivesse escondendo algo depois daquela reação estúpida, além do que todos os personagens de séries têm que ter suas daddy issues. E o que dizer da Addison encanada porque o Sam é perfeito? E depois ele dizendo pra ela que o motivo para o receio é que ela sempre foi magoada antes? Ela não era a adulterous bitch e por isso mesmo todo mundo gostava dela? Por isso peço encarecidamente aos roteiristas dessa série que criem uma história digna para a personagem, porque assim dá até pena. Para completar, ainda teve a Amelia parecendo uma ninfomaníaca e totalmente inapropriada, mas o Sheldon é mais inteligente e conhece muito bem o tipinho dela.

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Brothers & Sisters – 5.05:  Call Mom

Não custa repetir que a mãe de todos os “irmãos e irmãs” é a melhor personagem da série. Quando o episódio começou e mostrou Nora treinando para o seu talk show, eu logo pensei que aquilo iria dar bom caldo. E deu. Foi lindo ver os filhos ligando para ela pedindo ajuda, e todo aquele discurso para o Kevin e depois para Kitty, com Justin ouvindo tudo, foi uma das coisas mais lindas que já vi aqui. É que os roteiristas dessa série são mestres em escrever essas cenas com longas falas emocionantes, principalmente para Nora, que é sempre encarregada de dizer verdades para suas crianças. Se aquele medo da Kitty em se envolver com o ex-corretor deu um sono danado, a gente nem percebe porque logo depois aparece a mãe roubando a cena. Foi bonito também o pequeno flashback de Sarah e Luc, com o quadro inacabado do pintor simbolizando a mudança pela qual a vida dele passou. Achei até que ela demorou para se incomodar com a vida de sex symbol do marido, mas daí a ameaçar terminar tudo porque não aguenta mais foi um pouco de exagero. Por fim, tivemos Kevin e Scotty com uma revelação nada bombástica para abalar o casal. Alguém tem que avisar a eles que traição não é um assunto interessante.

2 Comentários leave one →
  1. 28/10/2010 0:31

    Dexter foi bapho. A única coisa falhando ali é o casal LaGuerta/Angel, mas de resto, está ótimo.

    E não admito que eu não encontre comentários de Weeds! Tá cada vez melhor!

    • 28/10/2010 15:45

      Abandonei Weeds na segunda temporada. Fala a verdade que você tem uma queda pelas séries do Showtime!

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