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Comentários em série

05/10/2010

**CONTÉM SPOILERS**


Dexter – 5.02: Hello, Bandit

Apesar de um episódio morno, Dexter Morgan prova que ainda consegue nos surpreender. Depois de descobrir mais um serial killer, ele se mostra abalado mesmo é pela partida dos enteados, somada à culpa que sente pelo sofrimento deles. Ao mesmo tempo, o trauma não apagou essa necessidade que ele tem de sangue, de analisar respingos, de matar. Por isso, foi bom vê-lo novamente atrás de uma vítima, algo que ficou um pouco de fora na temporada passada. A mudança de Astor e Cody vai ser boa para que o nosso assassino tenha mais tempo de executar seu ofício, sem falar que os dois são muito chatos (e os atores, péssimos).  Enquanto isso, começa a ser desenhado o novo mistério da temporada, e espero que não seja mais um assassino em série. Fiquei curioso para saber o que é aquilo de Santa Muerte e gostei de ver a policial super bem informada ajudando a Deb. Essa, pelo visto, vai usar o Quinn para desestressar com sexo. Ela só não sabe que ele parece decidido a ter algo contra Dexter, e se o marido de Rita tem um álibi para o assassinato, Kyle Butler não tem.

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Community – 2.02: Accounting for Lawyers

Essa semana, Community não entregou um grande episódio como de costume, mas ainda assim essa série consegue divertir bastante.  O encontro de Jeff com um ex-companheiro de trabalho evidenciou as mudanças pelas quais o personagem passou, de advogado de uma grande firma, a aluno de uma Community College cheia de losers. Mas se antes ele vê isso como uma forma de diversão, depois percebe que pode usar o encontro para se promover e conseguir influência, mesmo sabendo que foi o seu “amigo” quem o denunciou. Novamente, as referências de Abed a desenhos animados se destacaram, inclusive o epílogo, com Troy correndo em direção ao túnel na parede. E o que dizer da sequência em que eles imprimem o e-mail e usam o clorofórmio no segurança? Foi de passar mal de rir. Pra fechar, ainda tivemos o Señor Chang na maratona de dança e sua risada maléfica no final.

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Private Practice – 4.02: Short Cuts

Mais um capítulo se passa e novamente Addison se vê como coadjuvante, e pior, com a história menos interessante de todas. A personagem era ótima, saiu de Grey’s Anatomy para uma série solo porque todo mundo gostava dela. Mas em Private Practice, Addison nunca foi a mesma. Ela invariavelmente perde destaque para os outros personagens, e agora isso parece estar mais evidente. Seu romance com Sam não empolga e seu receio em contar a Naomi (que também é uma personagem chata) não é um dilema denso o suficiente para segurar uma série. Dessa forma, o melhor do capítulo ficou com Sheldon e Charlotte. O caso da transexual foi bem interessante e pertinente, já que elas de fato devem ter a aprovação de um psiquiatra para poderem operar. Além disso, a cena em que Charlotte se “abre” e  Sheldon diz que eles podem ser amigos de novo foi linda. Os dois funcionam muito bem juntos. O mesmo acontece com Cooper e Violet, que de tão amigos mais parecem um casal. Até gosto dos personagens, mas acho que tudo foi conduzido de forma um pouco infantil. No fim, a impressão que se tem é de que Private Practice ainda não encontrou uma boa história pra contar nessa quarta temporada, principalmente para a sua protagonista. Ficamos na torcida.

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$#*! My Dad Says – 1.02: Wi-Fight

Eu já fui ver esse capítulo com a expectativa bem baixa, e mesmo assim achei muito sem graça. Pra começar, o personagem do William Shatner não falou nenhuma grande merda, algo que era pra ser a atração principal do episódio. Em segundo lugar, os diálogos não estavam inspirados,  e foram uma grande repetição do piloto, com aquela história de ficar ou não, amar ou não. E o desfecho foi pra lá de simplório com o filho caindo e o pai resolvendo que ele pode sim ter Internet para não subir o telhado. Já o outro filho com a esposa renderam pelo menos duas cenas boas: o sonho com o macarrão, numa clara menção a O Poderoso Chefão, e o final em que ela sensualiza com o prato. Mesmo assim, os personagens são forçados, principalmente ele, que quase não tem timing cômico. Ainda vou ver o próximo para saber se engrena, caso contrário, dou adeus.

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