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Rookie Blue: In Blue/Takedown

26/09/2010

**CONTÉM SPOILERS**


Esse fim de temporada de Rookie Blue pode ter sido um pouquinho melhor do que os dois últimos episódios, mas ainda assim não conseguiu fechar o ano com a ótima forma que começou.

Quando a série estreou, eu disse aqui que se tratava da melhor novidade do midseason, e parecia ser mesmo. A história juntava os dramas pessoais dos policiais com os casos do dia na medida certa. Não chegava a ser um novo Grey’s Anatomy, mas com certeza chamava atenção. Só que alguma coisa aconteceu, e a série foi ficando chata, com algumas coisas que começaram a incomodar.

Para começar, o destaque maior dado a protagonista Andy é gritante. Eu sei que ela é a melhor coisa da série, mas o enfoque era tão grande que quase sempre os outros personagens pareciam esquecidos. De fato, ao longo da temporada foi visível o crescimento de cada um como policias, mas senti falta de um desenvolvimentos maior, principalmente para os homens. Dov e Chris, por exemplo, são tão sem graça que se saíssem da série eu não sentiria a menor falta.

Já o triângulo principal formado por Andy, Sam e Luke parece ter cativado a todos. É evidente que o Officer Swarek tem bem mais química com Andy do que o detetive, o que faz com que a gente fique mesmo na torcida por eles. Só acho que Luke saiu enfraquecido demais, pois toda hora o roteiro parece querer falar: “ele não combina com a Andy!”

Outra que me conquistou foi Traci, mas a personagem aos poucos foi sumindo, já que, por ter filho, ficava sempre na delegacia e no paperwork. Mas, nesses dois capítulos finais, ganhou mais destaque e acabou decicindo dar mais uma chance ao pai do filho, deixando o Jerry na mão. Torcia por eles juntos, mas a decisão foi tomada pensando na criança, e não nela mesma. Além disso, Traci finalmente sentiu falta de ação e foi ajudar os outros policias na apreensão das drogas.

Já Gail ainda está meio perdida, não entendo muito bem a personalidade da personagem. Às vezes, parece que ela é uma bitch sem coração e outras ela amolece demais, como quando ficou cuidando do corpo da garota ou quando sofreu com o machucado do Chris. Sem falar que ela ainda fica se insinuando para o Sam. Vai entender.

Por fim, temos Dov e Chris, os policiais que precisam com certeza ser mais bem trabalhados. Logo no início, eu concordei com a avaliação deles e as críticas feitas. Os dois parecem mesmo meio despreparados e novos demais para o trabalho. Em nenhum momento convencem como policiais, fora que são os personagens mais sem graça. Nem com a introdução da namorada do Dov eu me importei muito. O mesmo ocorreu com Chris e sua facada. Falta emoção na trajetória deles.

Fazendo um balanço, os dois episódios foram apenas satisfatórios, mas muito aquém do que a série prometia. Espero que as críticas e reclamações gerem uma melhora no roteiro da próxima temporada, que será completa.

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