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Comentários em série

20/09/2010

**CONTÉM SPOILERS**


The Big C – 1.04: Playing the Cancer Car

Cada vez amo mais Cathy Jamison. A personagem é risonha demais para uma pessoa que está com câncer, mas é isso que pede essa abordagem diferente que a série propõe. Juro que fiquei profundamente emocionado na cena em que coloca alagosta na piscina e depois mergulha. Adorei como o crustáceo serviu de metáfora sutil para Cathy: num dia você está livre no oceano; no outro, se vê presa em um aquário prestes a ser cozinhada. Mas a série também me fez rir muito com a protagonista bêbada roubando a lagosta, falando besteiras e indo visitar a casa com o médico. Além de que foi ótimo vê-la gastando seu dinheiro enquanto pode, algo que qualquer um faria. Mas seu coração de mãe falou mais alto e ela na verdade, queria deixar seu carro para o filho. Esse, por sinal, continua uma mala muito grande, assim como o restante da família. Acho que esses personagens deveriam ser mlehor trabalhados no roteiro, pois suas funções ainda não ficaram bem definidas. Hoje entendo perfeitamente os motivos de Cathy em não querer se abrir para eles. Trata-se da pior família do mundo.

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Nikita – 1.01: Pilot

Eu não estava com a menor vontade ver essa série, mas fui assistir depois de vários elogios que li por aí. A história, pra quem não sabe, é o remake de um seriado homônimo, que por sua vez, é baseado numa personagem francesa. Nikita era uma assassina a serviço do governo americano, que consegue se livrar de seus chefes. Ela conhece um civil por quem se apaixona, e depois que matam o cara, ela busca vingança. Qualquer semelhança com Alias não deve ser mera coincidência, mas a comparação para por aí. O piloto de Nikita não tem nem metade da qualidade e da carga dramática que vemos no piloto com Sidney Bristow. E Maggie Q, apesar de linda, não tem os mesmos talento e carisma de Jennifer Garner. Claro que a produção tem suas qualidades, como a surpresa que aparece na última cena. Mas nada que me faça ter vontade assistir a mais um capítulo. Nikita só funciona para quem curte muito séries de ação e espionagem e é pouco exigente com a qualidade, se não, é melhor fugir.

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Outlaw – 1.01: Pilot

Outro piloto a que assisti essa semana foi dessa nova série de tribunal. Outlaw conta a história de Cyrus Garza um juiz da suprema corte dos EUA que pede demissão e passa a advogar tirando proveito de todo o conhecimento que tem do sistema jurídico do país. Eu, particularmente, gosto de séries desse tipo, como The Good Wife e Law & Order, portanto Outlaw me agradou um pouco. Apesar do motivo que Cyrus encontra para abandonar seu cargo ser bem fraco,  gostei do fator emocional da série e também do ritmo ágil, os 40 minutos passaram bem rápido. O caso inicial não foi nada muito interessante, mas os personagens são bem construídos e possuem uma boa dinâmica entre si, principalmente a investigadora e o assistente “indeciso”. Além disso, a série propõe uma discussão sobre os limites da ética na justiça, algo que deve atormentar o proagonista constantemente. Com certeza verei o próximo, quando então, darei o parecer final.

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