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Comentários em série

09/09/2010

**CONTÉM SPOILERS**


Drop Dead Diva – 2.10: Will and Grayson

Acho engraçado como os roteiristas dessa série colocam uma ceninha por capítulo com a Jane olhando o Grayson e acham que isso é algum desenvolvimento de personagem. A temporada já está quase no fim e não aconteceu quase nada. Tirando o caso da Kim com o Parker e essa nova namorada do Grayson, todos os personagens estão praticamente parados. Os casos da semana antes até eram um pouco interessantes, mas agora nem isso. Jane com esse seu suposto amante foi previsível do início ao fim, nem a ceninha com o flerte da Kim salvou. Já o caso do Grayson, prefiro nem comentar de tão chato, e ainda terminou da forma mais inverossímel possível, mostrando que um advogado entende mais de uma empresa do que seu próprio dono. Como sempre, Stacey e Fred se destacaram, e suas histórias novamente foram a melhor coisa do episódio. Adorei o vídeo com loira burra e aspirante a atriz querendo fazer a advogada sexy. E detalhe para a brincadeira do título que lembrou uma das melhores comédias que já existiram.

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The Big C – 1.03: There’s no C in Team

Juro que não sei como Cathy consegue manter esse segredo por tanto tempo. Dessa vez, nem o médico gente boa apareceu. Mas ela sentiu falta de alguém e foi parar no grupo de ajuda onde todos acham que o câncer é uma coisa boa. Morri de rir com eles invadindo a casa e se auto-proclamando Team Cathy. Pena que ela não tenha visto que eles poderiam mesmo ajudá-la, já que não consegue se abrir nem com a sua própria família. O filho a odeia desde que foi impedido de viajar, o marido é um mala que ainda acha que Cathy o trai com o médico, e o irmão é um maluco lunático que mora na rua como mendigo e ainda recebe comida japonesa de uma suposta namorada mais doida do que ele. No fundo, quem parece ser mais sensível e realmente a entende é o cachorro da vizinha, que segue qualquer um que tenha câncer.

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Louie – 1.08 e 1.09: Dogpound e Bully

Louie sempre traz situações estranhas mas que são totalmente possíveis de ocorrer, como ir reclamar com o vizinho sobre a maconha e acabar usando com ele. Chorei de rir quando o comediante passa a ouvir uma língua toda particular e a qual ele mesmo não entende. Muito bom também ele falando que o tempo que passa com as filhas é péssimo e depois fica deprimido quando elas vão embora. Até perceber que está, finalmente, livre. Mas com certeza, a situação mais estranha foi Louie seguindo seu desafeto para poder reclamar com os pais do garoto. Apesar de soar egoísta e absurdo, o que a mulher falou é compreensível e normal da natureza humana. Aquilo teria sido broxante para qualquer uma, mas poucas teriam coragem de assumir. E adorei que ele tenha terminado conversando e dando conselhos para o pai precoce.

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