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Comentários em série

02/09/2010

**COM SPOILERS, OF COURSE**

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The Big C – 1.02: Summer Time

Como eu disse semana passada, The Big C é boa mesmo, e esse segundo capítulo conseguiu manter o nível do primeiro. Eu adoro a Cathy, e a interpretação da Laura Linney só ajuda. A única ressalva que faço, é que acho a personagem risonha demais para quem está com câncer. Mas talvez isso faça parte da abordagem diferente que a série propõe. Adoro as cenas com o médico, a única pessoa com quem ela realmente se sente à vontade e o único que não a vê como louca.  Apesar de ter um tema pesadom eu consegui rir muito em diversas cenas, como a que Cathy persegue o filho com uma arma de paintball, quando toma um susto com o despertar da vizinha e quando cai numa brincadeira provocada pelo irmão maluco. Ainda acho que falta carisma ao filho e ao pai, já que querem mostrar como a vida dela era chata e assim dar motivos para as mudanças. E foi totalmente compreensível vê-la cancelando a viagem do filho para poder ficar com ele e também conseguir torná-lo mais maduro quando ela se for.

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Drop Dead Diva – 2.09: Last Year’s Model

Quando as histórias dos coadjuvantes são mais interessantes do que as do protagonista, é um claro sinal de que há algo errado. Para começar, Fred e Stacey finalmente ganharam um destaque maior e tiveram suas cenas ótimas, até o final, quando ela o chama para sair. Ainda bem que trouxeram isso de volta. Outra abordagem que voltou foi a rivalidade entre Jane e Kim, era  muito mais legal quando as duas viviam se sabotando, e achei chato a Kaswell fazer a certinha e não querer se aproveitar do caso com o Parker. Gostei também do caso sobrenatural do Grayson, que na verdade era mofo tóxico. E ele perdido sem saber se alucinou ou se viu aquilo que queria ver. Já começaram aí a introduzir um possível plot pro season finale. Mas o mais chato foi o caso da Jane, super desinteressante e se não fossem pelas brigas com a Kim, teria sido completamente inútil.

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Louie – 1.07: Date/Mom

Esse episódio de Louie foi bem abaixo da média, principalmente se compararmos com o anterior, quando a série atingiu seu ápice. Apesar de a mãe do comediante ser mais uma figuraça dessa série, as situações geradas não foram muito engraçadas. O destaque foi mesmo para a cena final, com os dois irmãos olhando atônitos para a noiva da mãe. Mas foi legal eles mostrando como os dois reagem de forma diferente a notícia e que há mesmo coisas mais importantes a serem discutidas entre eles do que a sexualidade da mãe. Outro destaque foram inserções no teatro, que combinaram perfeitamente com as outras cenas e serviram como uma narração ácida e inteligente do que acontecia na vida de Louie fora do palco.

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