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Comentários em série

27/07/2010

**CONTÉM SPOILERS**


Pretty Little Liars – 1.04: Can You Hear Me Now?

O capítulo dessa semana teve um ritmo mais lento, porém ainda eficiente e coerente com a história. Deu para perceber também que os dramas pessoais das protagonistas estão ficando menos interessantes do que os mistérios envolvendo Alisson, já que ficou tudo meio mais do mesmo. Aria só teve boas cenas com o professor e ainda assim mostrou que é imatura até quando tentou negar isso de todas as formas. E seus pais, como sempre, são desinteressantes. O policial na casa de Hanna sumiu e entrou aquele pai dela, que é uma mala. Já a volta do Wren foi meio estranha, numa cena constrangedora e até desnecessária, porque os atores são fracos. E ainda teve Emily toda perturbada com medo de ser lésbica, o que é totalmente compreensível, principalmente como contraponto à tranquilidade aparente de Maya. Deixaram um cliffhanger bom, mostrando, como eu já disse, que os segredos são as coisas mais interessantes.

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Louie – 1.03: Dr. Ben/Nick

De fato, Louie não é um programa para qualquer um. O terceiro episódio contribuiu, e muito, para aumentar o teor de humor negro na história, já que basicamente tivemos só isso. Desde o início, as piadas não foram fáceis, começando pelo médico impagável de Ricky Gervais em grande participação. O personagem é tão bom, que roubou a cena do protagonista e deixou um desejo de que fosse fixo. Espero que apareça mais vezes. Em seguida, vieram outras piadas controversas sobre envelhecimento, nazismo, solidão, culminando na história final sobre um pobre mendigo. É certo que alí havia uma grande dose de ironia e foi exatamente isso que fez rir, já que a situação em si não tinha graça nenhuma, bem como a conversa entre Louie e seu amigo na saída do hospital. No fim, tudo terminouo por mostrar que a série é mais realista do que se pensa.

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Drop Dead Diva – 2.05: Senti-Mental Journey

Drop Dead Diva deve ser uma das séries que mantém mais regularidade. Não se trata de uma grande produção, não é nada genial e original, mas sempre cumpre o que promete: divertir o espectador com uma trama leve e descompromissada. Nesse quinto episódio, o caso da semana teve justamente a mãe de Jane (a dela mesmo, não a da Deb) como peça central. Apesar do rumo previsível, qualquer um com alguma noção de mundo teria percebido que ela sofre de transtorno bipolar, tudo é sempre tão bem contado que a gente esquece um pouco de que algumas cenas são piegas, de que o Fred está cada vez mais retardado e de que o Grayson com a Jane não combina. A nova aparição de Rosie O’Donnell contribui para o clima de comédia da série, apesar de a personagem ser séria. E gostei da dupla Teri e Fred na cena do carro, um dos momentos mais divertidos. Por fim, a cena mais simpática foi a de Jane cantando “Walking on Sunshine” com sua mãe. Vontade de abraçar as duas e cantar junto.

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