Skip to content

Comentários em série

10/07/2010

**CONTÉM SPOILERS**


Pretty Little Liars – 1.02: The Jenna Thing

Depois de um bom piloto, a série veio com um capítulo de qualidade inferior, mas que manteve o interesse. Os problemas com a obviedade da trama continuaram. Tive a impressão de que os dramas pessoais das protagonistas foram desenvolvidos rápido demais, principalmente o de Emily (que por sinal é interpretada pela atriz mais fraca). Faltou sutileza na exploração do tema, que forçou as duas a dormirem juntas logo de cara. A conversa que ela teve com a mãe não foi suficiente para mostrar o que passava pela cabeça da garota. O mesmo ocorreu com Aria, que teve um encontro “casual” com o professor no cinema e depois quando precisou de uma carona. Mas pelo menos as cenas foram bonitas. E ainda teve a Spencer, que não esperou nem dois capítulos para beijar o namorado da irmã. Ou seja, apressaram a história. Por outro lado, Hanna e sua mãe tendo que aturar o policial, apesar de ser uma situação implausível, parece que ainda vai render muito. Espero que Pretty Little Liars não esgote sua premissa rápido demais.

.

.

Persons Unknown – 1.05: Incoming

Eu tinha dito que não ia parar de ver essa série mesmo sabendo que é ruim, mas agora, depois desse quinto capítulo, estou sendo obrigado a repensar. A história está cada vez pior. Primeiro a Tori some, eles assumem que ela foi embora, em seguida a outra mulher vê imagens (numa TV da década de 20) que “provam” que ela está viva, sem nenhum desconfiômetro. Pelo menos o soldado foi mais sensato e realista. Depois, surge uma outra mulher que acorda igual a uma louca e resolve agredir a todos sem motivo algum. E se aquelas cenas com ela correndo eram para aumentar a tensão, o efeito provocado em mim foi exatamente outro: comecei a rir da situação. Isso sem falar na Janet presa no cofre, as duas querendo se matar, para um segundo depois, darem as mãos como amigas de infância. Tão crível, não é mesmo? E aquela revelação na semana passada sobre o Joe não serviu para nada, já que parece que nem o japa sabe de alguma coisa. Para fechar, tem o jornalista com quem ninguém se importa, revendo a filha em uma cena com zero de emoção. Depois disso tudo, penso seriamente em abandonar essa série de vez.

.

.

Gravity – 1.06 e 1.07

Que Gravity é esquisita mesmo, eu já tinha percebido. Porém, o que mais tem me causado estranheza, depois desses episódios, é o policial Miller. Ele tem uma tiradas boas e umas cenas engraçadas, mas ainda não entendi a função dele na trama e nem quais são as suas intenções. Além disso, o personagem tira o foco do objetivo da série, que era contar as histórias de um grupo de pessoas que tentaram se suicidar, e ver as peripécias de um outro personagem achando que tem câncer na próstrata é, no mínimo, estranho. Assim como a cena final, que gerou uma surpresa momentânea, mas que depois parece se tornar inútil. Ou alguém acha que ele vai mesmo matar o amigo, ou sequer tem a intenção de fazer isso? Gostei de terem aprofundado mais a vida do líder do grupo, mostrando que ele também precisa de ajuda. E continuo adorando o casal Lilly e Robert, principalmente na cena em que eles ensaiam uma briga, para depois ela finalmente soltar o choro. A verdade é que tem gente que não consegue mesmo demonstrar emoções na frente dos outros.

Comentem!

No comments yet

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: