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Comentários em série

28/06/2010

**CONTÉM SPOILERS**


Drop Dead Diva – 2.03: Long Road to Napa

Essa semana, Drop Dead Diva trouxe provavelmente seu melhor episódio entre os três desse segundo ano. O texto é ótimo e a série tem uma leveza tão grande, que consegue suavizar até assuntos mais sérios, como o caso de bigamia. Sim, esse tema, assim com outros que passaram aqui, são na maioria das vezes tratados de forma ingênua e superficial. Porém, é preciso entrar no espírito da história para não se importar com isso. A melhor cena foi a conversa entre Jane e Tony, simulando um interrogatório, muito divertida e bem escrita. Aliás, torço mais para esse casal, do que para o affair com o Grayson, que é um personagem mais chato e tem bem menos química com a Jane. Gosto também das referências que Deb/Jane faz, as quais são inseridas para denunciar seu lado fútil, mas na verdade são entendidas por qualquer um, como a menção a Barrados do Baile. É interessante também que os roteiros cada vez estão vilanizando menos a Kim, aproximando a história do mundo real (apesar da premissa sobrenatural). Apenas Stacey e Fred, dois bons personagens, foram subaproveitados, espero que os próximos consigam mostrar mais deles.

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Persons Unknown – 1.03: The Way Through

Com esse terceiro episódio de Persons Unknown, deu para perceber que a série será sempre mais do mesmo: a história não vai realmente engrenar, os mistérios não vão ser interessantes e a produção não vai ser bem feita. Mas pelo menos já aceitei isso e provavelmente irei assistir até o final. A trama parece que só quer mostrar que é impossível eles saírem dalí, ao invés de aprofundar os personagens (e fazê-los trocar socos e pontapés não é isso). Algumas situações são forçadas, como o cara agarrando a mulher do nada e a outra surtando porque viu desenhos da filha. Além disso, não engoli aquela história de que “colocaram retardantes de chama em tudo”. No geral, continuo acompanhando, a série não é pretenciosa e, convenhamos, não há quase nada de bom para se ver nesse midseason.

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Gravity – 1.03 e 1.04

Ainda não entendi se Gravity quer ser mais comédia ou drama. Ela tem um clima melancólico e meio triste, o que é coerente com sua temática, mas inclui cenas como a do “acidente” peniano, aproximando-a do humor pastelão. Além disso, ela tem uns problemas de overacting, principalmente a personagem Carla, que é bem exagerada e também o policial. Na verdade, ainda não entendi muito bem a função dele na história e o que ele quer fazer. Gostei da cena em que a loira e o cara mais novo fingem encenar um trecho de Ensina-me a Viver. Aliás, toda a parte do asilo foi interessante, culminando com todos “chapados” com o bolo da Carla. É uma série simpática e bem feita, vale a pena ver nesse midseason fraco.

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