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Comentários em série

15/05/2010

**CONTÉM SPOILERS**


Glee – 1.18: Laryngitis

Os escritores de Glee estão cada vez mais presos a um formato episódico, com começo, meio e fim em cada capítulo. E isso enfraquece a trama, torna tudo efêmero e perde aquela sensação de acompanhar a história. Eu sei que a série é uma comédia, mas sei também que não é uma sitcom, e a falta de arcos dramáticos que permeiem mais de um capítulo vem fazendo falta. Até a parte musical, que sempre foi o melhor da série, vem patinando. As versões das músicas estão estranhas e quase não se veem mais números empolgantes como antes. Essa semana, o destaque foi para o Kurt, que teve a melhor história e as cenas mais interessantes. Foi dele também o melhor número, mostrando que o ator é um dos poucos alí que realmente tem jeito para musicais. A cena final da Rachel com o personagem tetraplégico também foi bonita e gostei da forma como ela fechou o episódio fugindo da forma de sempre com eles no palco de mãos levantadas.  Glee precisa urgentemente de uma reformulação de suas histórias, caso contrário, sua continuidade será bastante comprometida.

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24 Horas – 8.21: Day 8 12:00pm – 13:00pm

Impressionante como 24 Horas conseguiu tomar um rumo completamente inesperado justo nos seus últimos episódios. Toda vez que acaba um capítulo, a gente sempre se pergunta: e agora? Dessa vez, Jack Bauer foi procurar a jornalista-amante do presidente Hassan lá do início da temporada. E ainda nem se importou de colocar a vida da mulher em risco fazendo uma emboscada pros caras do Logan. A gente sabe que Jack Bauer seria capaz disso, mas não estávamos preparados para ver as últimas cenas, mostrando uma longa tortura e Bauer indo no auge da loucura em busca de vingança pela morte da Renee. Tudo bem que a gente gosta de ver os vilões sofrendo nas mãos do Jack, mas os roteiristas exageraram no sadismo. Lembrou cenas de O Albergue e Jogos Mortais, só que estamos em uma série de ação, logo esse tipo ligação não deveria ser possível. E ainda teve a Chloe tomando uma atitude e percebendo o que estava acontecendo bem diante do seus olhos, diferentemente dos outros diretores da CTU que sempre pareceram imbecis. Apesar de achar que 24 Horas deve terminar, tenho certeza que vou sentir falta dessa adrenalina que poucas séries hoje conseguem proporcionar.

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Modern Family – 1.22: Airport 2010

Depois de duas semanas sem assistir a essa série, vi esse episódio divertidíssimo e percebi que Modern Family continu a genial. Dessa vez, eles utilizaram recursos conhecidos como o flashback e os diferentes pontos de vista, mas nada soou clichê.  Gosto como a série brinca mesmo na hora de mostrar coisas mais sérias, que nesse capítulo foi a dificuldade de entender quando seu parceiro precisa de ajuda. Isso faz com que o episódio flua melhor, não soa didático e ainda consegue fazer uma discussão interessante do assunto. Adoro que algumas piadas são tão sutis que se piscar, perde, como quando a Claire vira o rosto depois de Phil dizer: “Tio Phil está aqui.” E ainda teve o Manny e a Gloria sendo questionados pela polícia. Morri de rir com a Gloria dizendo que entende de tráfico porque é colombiana. Simplesmente genial!

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Private Practice – 3.22: In the Name of Love

Private Practice veio com um episódio redondo em que todas as tramas paralelas trouxeram assuntos interessantes. De início, teve a volta da Naomi, personagem de que não gosto, mas que teve bons momentos com o Dr. Fife, decidindo salvar o Bill Buchanan ou não. Depois teve a Violet resolvendo seus issues. Primeiro com o Pete, que soou contraditório, já que eles passaram o último capítulo in teiro numa batalha judicial, e de repente resolvem tudo com uma conversa. Depois ela conseguiu se acertar com o Cooper e adoro a amizade deles. Outra coisa que pareceu forçada foi a Charlotte sair com o Sheldon, dando a impressão de que só criaram a situação para ter alguma tensão quando o Cooper perceber que eles estão juntos no season finale. Gostei também da história da paciente com câncer, com direito a uma cena bem bonita mostrando o diálogo da irmã do Derek, só achei que ela os convenceu rápido demais. Por fim, a melhor parte ficou com a mulher raptada que ama o sequestrador, algo comum e que foi bem discutido nas falas do Sheldon. Pequena observação: o que foi aquela cara da Addison na última cena?

 

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