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Comentários em série

23/04/2010

**VÁRIOS SPOILERS**


Glee – 1.15: The Power of Madonna

Apesar de ter tido um episódio fraco semana passada, esse capítulo veio cheio de expectativa por ter ninguém menos que Madonna como tema. E novamente o resultado foi um pouco decepcionante. É verdade que o roteiro melhorou um pouco, com direito a algumas tiradas boas da Sue, que é de longe a melhor personagem e a Jane Lynch é a melhor atriz. Parece até que o texto dela é escrito por outra pessoa, e não duvido nada que seja mesmo. Ficou claro porque Madonna disse que o episódio era perfeito, afinal foi uma homenagem do começo ao fim, incluindo as falas dos personagens. Os números musicais foram bons, com destaque para Like a Virgin, muito bem montado e que coube perfeitamente na história. As versões, obviamente, não superaram as originais, mas valeram a tentativa. Glee precisa ter uma história mais consistente e menos repetitiva, senão vai continuar se segurando apenas em sua parte musical, que é geralmente muito boa.

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24 Horas – 8.18: Day 8 9:00 am – 10:00 am

É muito bom ver que 24 Horas conseguiu manter o nível depois do que parecia um fim de temporada lá no episódio 16. A volta do Presidente Logan nos lembrou dos motivos para odiá-lo e matar a saudade da quinta temporada, quando foi o maior vilão.  Adorei a expressão dele ao ouvir o nome de Jack Bauer, e ao saber que novamente ele pode atrapalhar seus planos. Além disso, Jack mostrou quem é primeiro ao ameaçar a família do russo e depois ao torturar a Dana, que já deveria ter morrido faz tempo. Duas cenas que nos lembraram dos velhos tempos. Sem falar, é claro, no roubo do helicóptero e no desacato às ordens da Presidente. Quem conhece Bauer sabe que ele não iria esquecer a morte da Renee, ele quer vingança. E esse é um dos motivos dessa série ser tão boa, seu protagonista nunca nos desaponta.

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Damages – 3.13: The Next One’s Gonna Go in Your Throat

Uma das características dessa série é a história entrecortada, com avanços no tempo e flashbacks que se misturam ao tempo real. Nas temporadas anteriores, os roteiristas conseguiram montar tudo, amarrar a história de uma forma genial e manter uma sensação de imprevisibilidade. E tudo se repetiu nesse series finale de uma hora e meia: todas as peças se encaixaram com grande perfeição e nada é aquilo que parece. Sim, os roteiristas enganam o telespectador, mas isso é apenas para manter a surpresa. Fez sentido Joe Tobin ter matado o Tom, e que pena vê-lo morto daquela forma deprimente com a cara no vaso. O capítulo ainda conseguiu nos fazer entender mais um pouco da personalidade de Patty Hewes, ainda que ela tenha virado coadjuvante. O final pode não ter sido tão genial como os outros, mas  com certeza vai deixar muita saudade. Pelo menos a série chega ao fim de forma perfeita, sem desgaste e nos deixando uma boa lembrança.


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