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MAD MEN – terceira temporada: melhores momentos

12/07/2012

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  • Ken e Peter tecem elogios um ao outro sem saber que foram nomeados para o mesmo cargo. (3×01)
  • Don confronta o irmão de Betty e decide o futuro do pai da esposa. (3×02)
  • Salvatore mostra a esposa como será o comercial que ele dirigirá. (3×04)
  • Um cortador de grama no meio da agência faz Guy MacKendrick perder o pé. (3×06)
  • Joan se despede de Don lhe dando um beijo no rosto. (3×06)
  • Salvatore diz a Don o real motivo de Lee querer vê-lo demitido. (3×09)
  • Após receberem um telefonema anônimo, Don e Betty perguntam para seus respectivos amantes se eles ligaram na noite anterior. (3×10)
  • Lane manipula Bertram Cooper para que ele compareça a festa de 40 anos da Sterling Cooper. (3×10)
  • Após descobrir a verdade acerca da identidade de Don, Betty vê o marido sendo homenageado no evento da empresa. (3×10)
  • Cansada das reclamações do marido, Joan o agride com um jarro. (3×11)
  • Don mostra a Betty fotos de família e conta a sua história. (3×11)
  • Betty desabafa e diz a Don que não o ama mais. (3×12)
  • Peggy recusa o “convite” de Don para se juntar a nova empresa. (3×13)
  • Depois de finalmente pedir a Peggy para que ela venha trabalhar com ele, Don diz que ficará a vida inteira tentando contratá-la. (3×13)
  • Ao mesmo tempo em que vê o seu casamento terminar, Don testemunha o nascimento de uma agência com o seu nome. (3×13)

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True Blood 5×05: Let’s Boot and Rally

08/07/2012


Acho engraçado True Blood colocar aquela narração até bem interessante feita pelo Roman embalando várias cenas quase no fim do episódio, como se quisesse mostrar que tudo que vem acontecendo nessa temporada tivesse uma unidade, uma temática semelhante em que as histórias mostradas se complementassem de alguma forma. Foi uma sequência bonita e bem escrita, mas cujo impacto se perde quando se percebe que aquilo tudo não condiz com o que a série exibiu até aqui.

A trama central e a única realmente interessante caminhou consideravelmente e de forma satisfatória, ainda que tenham enrolado um pouco no suspense das cenas finais. Colocar Sookie ao lado dos seus três pretendentes é divertido e a moça sem papas na língua sempre consegue mostrar porque é realmente útil. Bill e Eric estão fragilizados ao mesmo tempo em que ela, como fada, sempre tem poderes desconhecidos que surgem em momentos úteis, ou seja, quando os roteiristas precisam de alguma saída e não pensam em nada melhor. Assim, sua presença ali com certeza se justifica.

Estava mais do que na hora do Russell Edginton aparecer, mas lamento que isso sempre aconteça apenas como promessa pro episódio seguinte e os cliffhangers da série se tornem repetitivos. Ao mesmo tempo,  a dúvida quanto à pessoa responsável pela libertação de Russell adiciona outra tensão entre Eric e Bill, além de Sookie e dos iStakes presos a eles. Ainda acho que não foi Nora, seria uma saída fácil e até decepcionante pra esse mistério da temporada.

Juntar Jessica e Tara foi outra boa escolha vista essa semana. É bom ver que ao aparecer ao lado de boas personagens, como Pam e agora Jessica, tornou Tara uma pessoa bem menos insuportável. Sua conversa com a “filha” do Bill foi divertida e revelou até uma certa inexperiência e ingenuidade das duas, um contraste com a sua natureza violenta e sedutora. Da mesma forma, ver vampiras como elas brigando por um homem como duas adolescentes é peculiar, e – novamente – revelador.

Entre as subtramas desinteressantes, a que mais incomodou dessa vez foi Terry e uma nova maldição aterrorizando os personagens. Surpreende a capacidade que True Blood tem de se repetir sem nem um temporada de diferença, já que parece que foi ontem que as bruxas estavam amaldiçoando todos em Bon Temps, além de Arlene sempre perseguida pelo espírito do ex-marido.

E se tinha gente ouvindo as nossa preces e matando todos os shapeshifters, poderiam ter aproveitado e despachado Sam de uma vez. Pena que os assassinos tenham a pior mira da história da ficção.
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Filmes assistidos – junho de 2012

05/07/2012

APENAS UMA NOITE (Last Night, Massy Tadjedin, EUA, 2012) — Utiliza um clima sóbrio e refinado para falar sobre a possibilidade da traição, com ótimos diálogos e bom elenco, mas sem julgamentos ou a intenção de mostrar um caminho. Nota 7,5
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A DELICADEZA DO AMOR (La Délicatesse, David e Stéphane Foenkinos, França, 2011) — Poderia ser apenas um romance bobo se não fosse tão singelo e não tivesse o charme típico de comédias românticas francesas. Possui uma história simples e batida mas faz muito bem aquilo que se propoe. Nota 7
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DEUS DA CARNIFICINA (Carnage, Roman Polanski, França/Espanha/Polônia/Alemanha, 2011) — A característica teatral é muito forte, mas o texto cheio de nuances e atores inspirados, compensam. Destaque para Kate Winslet e Christoph Waltz, inpagáveis. Nota 7,5
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A LEI DO DESEJO (La Ley del Deseo, Pedro Almodóvar, Espanha, 1987) — Possui toda a cafonice divertida dos primeiros longas do diretor e uma história que parece seguir uma cartilha de gênero, mas cujo roteiro consegue dizer bem mais. Nota 8
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NOIVO NEURÓTICO, NOIVA NERVOSA (Annie Hall, Woody Allen, EUA, 1977) — É uma comédia romântica mas na verdade uma grande reflexão sobre relacionamentos e a visão de Allen sobre a vida novaiorquina na década de 70. Inteligente, metalinguístico e surpreendente. Nota 8,5
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PROMETHEUS (Idem, Ridley Scott, EUA, 2012) –A história acerca da busca da origem da vida, o clima e o visual incríveis, e a ligação com a série Alien poderiam ter rendido uma obra-prima se o roteiro tivesse ido a fundo na sua premissa. Depois de dois primeiros atos muito bons, o terceiro mostra que Prometheus é apenas um sci-fi de terror B.  Um bom filme que deveria ter sido muito mais. Nota 6
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SOLTEIROS COM FILHOS (Friends with Kids, Jennifer Westfeldt, EUA, 2011) — Se equilibra bem entre o drama e a comédia e aborda de forma madura e cuidadosa um assunto pertinente e atual. Só falha no finalzinho, quando se rende a conceitos de exemplares tolos do mesmo gênero. Nota 7

OS ÚLTIMOS PASSOS DE UM HOMEM (Dead Man Walking, Tim Robbins, EUA, 1995) — Susan Sarandon e Sean Penn estão soberbos num filme que consegue manipular o espectador sem enganá-lo e que escolhe um lado sem ser planfetário. As emoções que ele provoca é que mandam o recado. Nota 8

WEEKEND (idem, Andrew Haigh, Reino Unido, 2011) — Parece uma história de despedida mas na verdade é sobre a descoberta de si mesmo. É tudo tão sincero e emocionante que até sua marcante característica indie acaba sendo sublimada. E nunca foi possível se envolver tanto em apenas um fim de semana. Nota 8
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True Blood 5×04: We’ll Meet Again

03/07/2012

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Se na semana passada True Blood trouxe um episódio com poucos erros, desta vez a série voltou a apresentar aquilo que vinha fazendo há um bom tempo, com pouquíssimos acertos em meio a um monte de histórias paralelas desconexas e entendiantes.

Achei interessante a série ter estabelecido nos capítulos anteriores a ligação entre criador e criatura, bem como a relação entre Pam e Eric, já que agora ficou mais fácil entender a reação dos dois diante dessa separação. Era um elo invisível mas antigo e fortíssimo, e confesso que senti um pouco pela decisão do Eric. Por outro lado, a Tara, sempre sem função, pode fazer companhia para Pam na nova fase da “vida” das duas. Eric agora é vovô, mas ele não poderia estar se importando menos, assim, uma união entre as duas é esperada.

No núcleo da Autoridade, como é comum por aqui, a coisa às vezes descamba pro exagero e os atores no overacting, mas eu perdoo porque é o Christopher Meloni e ele parece estar se divertindo muito. Continua chamando a atenção a contradição de ver esse “conselho” defendendo a paz entre as espécies e lutando contra extremistas, ao mesmo tempo se comportando de forma tão violenta e impiedosa. A impressão que se tem é de que é difícil mesmo aproximar humanos de vampiros, até quando ambos os lados querem, como se a natureza dos dois se repelisse. Assim, é de se questionar se os sanguinistas não têm um pouquinho de razão.

Ainda não entendi muito bem essa decisão de dar uma storyline isolada para o Terry e pro personagem do Scott Foley. O marido da Arlene só funcionava quando estava com a esposa e servia de escada para ela; sozinho, só dá sono. Da mesma forma, a série falhou, ao menos comigo, na tentativa de emocionar com a cena em que Alcide fala sobre a morte de Debbie. A mulher era o cão e todo mundo comemorou quando a Sookie finalmente a despachou, e agora ficam sugando uma história que não convence.
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Sookie, por sinal, continua chatíssima, principalmente quando quer “fazer o correto” e se entregar pra polícia. Talvez fosse melhor mesmo que o Andy a jogasse no xadrez e ela ficasse trancafiada lá por um bom tempo. Até o demônio/pombagira que anda possuindo o Lafayette quer se livrar da moça. E nem vê-la bêbada e descabelada cantando “Escape” me animou muito. Eric e Bill deveriam respirar aliviados por saberem que Sookie resolveu ficar com o mala do Alcide, já que ambos merecem algo melhor.

Gostei de ver que a série aproveitou o plot acerca da relação criador-criatura para exaltar a ligação entre Jessica e Bill. Ao contrário de Eric e Pam, que exalavam tensão sexual, os dois realmente soam como pai e filha, algo que faz sentido já que a moça perdeu a família quando virou vampira e Bill foi uma espécie de substituto. E a própria deve estar se sentindo um pouco “protetora”, já que toda hora aparece pra ajudar Jason.

O que nos leva a ele e a Andy naquilo que foi a pior coisa dessa semana: o cabaré das fadas. Assim como quase tudo que envolve esses seres toscos, o strip club surge como algo que parece só ocupar tempo de tela e fazer com que o espectador sinta que está vendo algo novo. Se era para sugerir uma outra ameaça em cima da Sookie, precisava mesmo de tudo isso? Duvido muito.
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MAD MEN – segunda temporada: melhores momentos

28/06/2012

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  • Peggy diz a nova secretária de Don como ela deve se referir ao chefe. (2×01)
  • Enquanto tenta beijar Betty, Arthur diz que ela é profundamente triste. (2×03)
  • Don vai atrás de Peggy no hospital e a aconselha a seguir em frente. (2×05)
  • Ao cobrar o dinheiro da fiança que pagou, Peggy chama Don pelo nome pela primeira vez. (2×05)
  • Paul mostra que as referências femininas da época são Marilyn Monroe e Jackie Onassis, mas ressalta que Joan é a exceção à regra, já que ela é a referência para Marilyn, não o contrário. (2×06)
  • Joan se frustra ao ser apresentada ao novo responsável pelas operações em TV. (2×08)
  • Kurt diz aos seus co-workers que é homossexual. (2×11)
  • Num flashback, Don diz a Anna que quer se casar com Betty e pede o divórcio. Haverá uma nova Sra.  Draper. (2×12)
  • O padre diz que ela vai pro inferno e Peggy rebate afirmando que não acredita que Deus seja assim. (2×13)
  • Peter avisa a Don que Duck será o presidente da nova agência. (2×13)
  • Peter se declara a Peggy e a moça diz que poderia tê-lo feito ficar com ela, mas não quis. (2×13)

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True Blood 5×03: Whatever I Am, You Made Me

25/06/2012


Preciso dizer que estou muito feliz em poder afirmar que True Blood fez um episódio muito bom e nem me lembro qual foi a última vez em que isso aconteceu. Dessa vez, alguns plots começaram a se entrelaçar, outros mostraram-se interessantes e promissores e o capítulo exibiu uma coesão poucas vezes vista por aqui.

Assim como na semana anterior, o destaque foi a trama envolvendo a luta entre populistas e sanguinistas. É peculiar ver vampiros defendendo os humanos e chega a ser até um pouco contraditório que o personagem de Christopher Meloni diga que eles não devem se comportar como selvagens, quando a própria natureza do modo como eles se organizam – com estrutura extremamente hierarquizada e julgamentos impiedosos e definitivos – exibe o contrário.

Em sua busca pela verdade sobre o “lado” que os seus prisioneiros defendem, o Guardião enviou até sua amante para seduzir os vampiros (em duas cenas bem cafonas, devo dizer), mas a moça só descobriu o que todo mundo já sabia. Aqui, duas coisas me chamaram a atenção. Primeiro, ao ser advertido pela Chanceler de que a luta coloca sua segurança em risco, Roman se compara a JFK e Martin Luther King, dizendo que nunca pararam de lutar por aquilo que acreditavam. Mas ambos acabaram mortos e eu aposto que ele terá um fim pelo menos parecido, mas não deve parar de lutar. Além disso, percebi que o ressurgimento do Russell Edginton por enquanto funciona apenas como um mcguffin, ou seja, apenas uma desculpa para que os vampiros se safem. E é curioso que isso aconteça mesmo que o antigo Rei seja um personagem tão bom.

Neste episódio 3, finalmente justificaram os flashbacks que apareceram semana passada, mostrando que a rivalidade entre Bill e Eric já vinha de muito tempo antes da Sookie aparecer. E se muitos achavam que havia um clima sexualizado crescente entre os dois, o contexto ganhou mais um elemento, pelo menos no campo visual: Istatic, aparelho utilizado para controlá-los, assemelha-se muito a algum acessório sadomasô, que, na prática, vejam só, é utilizado para dominar alguém na cama. Ainda aposto num threesome entre Eric, Bill e a Chanceler.
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No entanto, o que o flashback trouxe de melhor foi com relação a Pam. Primeiro porque deu uma nova dimensão para a sua ligação com Eric, atualmente deteriorada. Segundo porque colocou em evidência a natureza da relação entre criador e criatura, descrita no longo discurso do vampiro e que justificará a provável aproximação entre Pam e Tara. E se há um bom motivo para a permanência de um personagem tão insuportável como Tara, é o fato de dar mais importância e tempo de tela para Pam, a pessoa mais carismática dessa série. Além disso, é bom ver que o roteirista foi coerente com a personalidade de Tara e se ela era auto-destrutiva quando humana, essa tendência só viria a se reafirmar agora como vampira.

Sookie e Lafayette não conseguem nem ajudar a amiga e nem se “proteger” da verdade do assassinato de Debbie. Na verdade, a tentativa de Sookie de esconder parece um plot forçado apenas para causar algum tipo de tensão, já que bastaria a moça afirmar que atirou em legítima defesa. Pelo menos rende alguns bons momentos com o Andy investigando o caso. E Alcide pode ser um mala mas tem razão quando se irrita ao perceber mais uma mentira de Sookie.

Entre os demais, Jessica ficou subaproveitada como confidente de Jason e este com uns questionamentos que, confesso, não entendi de onde vieram. Arlene ótima fazendo cara de assustada, ou seja, aquilo que faz melhor, Lafayette vai ter o mesmo plot de brujo da temporada passada e Sam ficou muito bem sem o drama familiar bobo envolvendo os lobisomens. E ainda teve o Hoyt emo frequentando o Fangtasia. “They will eat you alive here!“, disse Pam. E é isso mesmo que ele quer.
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GIRLS – primeira temporada: melhores momentos

21/06/2012

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  • Hannah percebe que o “empurrão final” dos seus pais vai deixá-la sem dinheiro para comer. (1×01)
  • Hannah perde uma oportunidade de emprego após fazer uma piadinha sobre estupro. (1×02)
  • Shoshanna e Hannah conversam sobre o fato de que todas as garotas “aventureiras” contraem o HPV. (1×03)
  • Hannah descobre que seu ex-namorado, supostamente apaixonado por ela, é gay. (1×03)
  • Charlie transforma o diário de Hannah numa música cheia de raiva. (1×04)
  • Hannah sorri discretamente depois de perceber que Adam agora é seu namorado. (1×07)
  • Hannah lê o pequeno texto que escreveu no metrô. (1×09)
  • Hannah diz ao namorado de Elijah que os dois tem HPV. (1×10)

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